domingo, 1 de maio de 2016

Dia da Mãe

MÃE

A lágrima vertia
E sulcava-lhe a cara
Ainda jovem!
O lábio trémulo,
Não conseguia encobrir
Um riso não existente!
Mãe, porque choras?
Dá-me uma "surra" se te magoei.
Se sou merecedor do teu amor
Dá-me um sorriso!
Sim, um sorriso,
Em troca de esses teus prantos.
Seu olhar plácido, caiu sobre mim,
As vertentes lágrimas secaram,
E seus lábios misturados,
Com um sorriso encoberto,
Proferiram meigamente:
"Somos pobres, mas felizes.
Viver não é luxúria nem cobiça,
É o amor que nos abraça.
Não o deixes fugir...Nunca!"

FERNANDEZ - "FREAMUNDE E O SENTIMENTO POPULAR - POESIA" - 1987

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Duas imagens

 Duas imagens captadas na Rua das Sebastianas, numa parede do pavilhão das Festas Sebastianas.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Toponímia Freamundense

 RUA LEOPOLDO SARAIVA
A Rua Leopoldo Saraiva faz a ligação da Rua Abílo Barros à Rua e Travessa do Calvário. Situa-se perto do centro cívico de Freamunde no Lugar da Vista Alegre.
A rua foi criada aquando do 50º aniversário da elevação de Freamunde à categoria de Vila, em 1983. O nome desta rua foi proposta pela Comissão de Toponímica, e aceite por deliberação da Junta de Freguesia em sessão extraordinária em 13 de Maio de 1983.
A rua é uma homenagem a Leopoldo Saraiva, artista de reconhecido mérito, mormente como animador cultural e decorador, com larga responsabilidade na tradição teatral Freamundense, e que a Freamunde se entregou com desinteresse, dedicação e entusiasmo.
Leopoldo Saraiva homenageado pelo Grupo Teatral Freamundense em 1963, na Associação de Socorros Mútuos Freamundense.
Leopoldo Saraiva nasceu em 1892 e morreu em 1965.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Uma imagem de outros tempos

Uma belíssima imagem de outros tempos da antiga Praça do Mercado, com o Clube Recreativo Freamundense ao fundo. A antiga Praça foi construída em 1898 e demolida em 1990 para o arranjo urbanístico no centro cívico da então Vila de Freamunde. 
Uma imagem de outros tempos que se encontra no blogue "Freamunde: Facto e Figuras", da autoria do nosso conterrâneo Joaquim Pinto.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Sebastianas 2016

Um dos pioneiros do rap e do hip hop em Portugal, dono de uma extraordinária capacidade de descrever sentimentos e de os transformar em música, Boss AC, um assumido melómano, invulgarmente ecléctico, teve sempre o mérito de arriscar ao procurar novos horizontes e quebrar barreiras do género Hip Hop. Muitos milhares de discos vendidos, centenas de espectáculos realizados um pouco por toda a parte, tudo conquistado pelo seu inegável talento. A caminho do sexto álbum de originais, a sua música já percorreu os cinco cantos do mundo, mas continua a medir o sucesso por tudo o que ainda falta fazer. Lançou-se nas composições musicais no final dos anos oitenta, quando ainda era adolescente e vivia no centro de Lisboa, onde a cena emergente se reunia para dar início ao movimento Hip-Hop, influenciado pela cultura Norte Americana e pelas sonoridades que chegavam, do outro lado do Atlântico. Boss AC cedo revelou o seu invulgar talento.
O seu primeiro registo discográfico remonta ao ano de 1994, com a sua participação em “Rapública”, compilação que reunia a nata dos então rappers nacionais. De todos eles é, ainda hoje, dos poucos que continuam a assinar sucessos no rap nacional. O álbum de estreia, “Mandachuva”, de 1998, gravado nos Estados Unidos, revelou uma maturidade rara e prenunciou o redefinir de novos caminhos na música de AC e do Hip Hop nacional. A discografia também inclui em 2002, “Rimar Contra a Maré”, em 2005, “Ritmo, Amor e Palavras” e a consolidação de um sucesso anunciado. Em 2008, “Preto no Branco” e em 2011 “AC para os amigos” de onde saiu uma das músicas mais conhecidas do artistas “Sexta-Feira (Emprego Bom Já)”.
Sebastianas é a Festa! E o resto é paisagem! 7 a 12 de Julho em Freamunde!

domingo, 17 de abril de 2016

Sebastianas 2016

Resistência confirmados dia 9 de Julho nas Sebastianas 2016.
Resistência, uma das mais emblemáticas formações da música portuguesa da primeira metade dos anos 90, super grupo responsável por alguns inesquecíveis sucessos, regressam aos concertos com que celebram 20 anos do lançamento do projecto. Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Pedro Ayres de Magalhães, Tim, Fernando Júdice, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Rui Luís Pereira, Fred Mergner e Olavo Bilac – a formação original – vão pisar o palco das Sebastianas.
Este colectivo de músicos, nascido de uma ideia original de Pedro Ayres de Magalhães ainda em finais dos anos 80, representou um momento especial na história da pop portuguesa, com a elevação da língua de Camões a património comum. As vozes e as guitarras de Tim, Pedro Ayres, Fernando Cunha, do então em arranque de carreira Olavo Bilac e de Miguel Ângelo, juntamente com o baixo de Fernando Júdice, a bateria de Alexandre Frazão, as percussões de José Salgueiro e ainda mais guitarras de «Dudas» (Rui Luís Pereira) e Fred Mergner reduziram ao essencial uma série de clássicos da música portuguesa, apostando numa pureza acústica e na força de um coletivo para elevarem a hinos temas como «A Noite» dos Sitiados, «Não Sou o Único» dos Xutos & Pontapés, «Fado» dos Heróis do Mar, «Nasce Selvagem» dos Delfins ou «Perigo» dos Trovante.
Juntos, todos estes músicos representam uma fatia importante da mais relevante música portuguesa das últimas décadas. Continuam no activo, em projectos como Madredeus, Quinteto de Lisboa, Santos e Pecadores, Xutos & Pontapés, Ar de Rock ou em carreiras a solo repletas de aplausos, como acontece com o ex-vocalista dos Delfins Miguel Ângelo.
Quase duas décadas depois, a Resistência continua na alma de todos os portugueses.
Sebastianas é a Festa! E o resto é paisagem! 7 a 12 de Julho em Freamunde!