domingo, 17 de julho de 2011

S C Freamunde - Época 2011/2012

No âmbito do I Torneio Cidade de Freamunde - Terra dos Capões, realizou-se na passada sexta-feira, dia 15, a apresentação aos sócios, do plantel profissional do S C Freamunde para a época desportiva 2011/2012.
Ficam aqui as fotografias e os nomes do plantel versão 2011/2012.

Nome: Tó Figueira

Posição: Guarda-redes

Naturalidade: V N Famalicão

Nº Camisola: 1

Nome: Amorim

Posição: Defesa

Naturalidade: Ribeirão

Nº Camisola: 2

Nome: Hélder Sousa

Posição: Defesa

Naturalidade: Felgueiras

NºCamisola: 3

Nome: Nana K

Posição: Médio

Naturalidade: Camarões

Nº Camisola: 4

Nome: Sérgio Nunes

Posição: Defesa

Naturalidade: Matosinhos

Nº Camisola: 5 Nome: Moita

Posição: Médio

Naturalidade: Póvoa Varzim

Nº Camisola: 6 Nome: Marco Matias

Posição: Avançado

Naturalidade: Barreiro

Nº Camisola: 7 Nome: Bock

Posição: Avançado

Naturalidade: Vila Nova Gaia

Nº Camisola: 8 Nome: João Rodrigues

Posição: Avançado

Naturalidade: Porto

Nº Camisola: 9 Nome: Tarcísio

Posição: Médio

Naturalidade: Riachuelo (Brasil)

Nº Camisola: 10 Nome: Pedro

Posição: Avançado

Naturalidade: Jequié (Brasil)

Nº Camisola: 11 Nome: Assis

Posição: Guarda-redes

Naturalidade: Garibaldi (Brasil)

Nº Camisolas: 12 Nome: Bruno Magalhães

Posição: Médio

Naturalidade: Barcelos

Nº Camisola: 13 Nome: Pinto

Posição: Defesa

Naturalidade: Freamunde

Nº Camisola: 14 Nome: Horácio

Posição: Avançado

Naturalidade: Ovar

Nº Camisola: 16 Nome: Babo

Posição: Médio

Naturalidade: Amarante

Nº Camisola: 17

Juniores S C Freamunde Nome: Machado

Posição: Avançado

Naturalidade: Lamego

Nº Camisola: 18

Ex- juniores S C Freamunde Nome: Luís Pedro

Posição: Defesa

Naturalidade: Freamunde

Nº Camisola: 20Nome: Vieira

Posição: Defesa

Naturalidade: Lousada

Nº Camisola: 21

Juniores S C Freamunde Nome: Paulo Monteiro

Posição: Defesa

Naturalidade: Lousada

Nº Camisola: 22 Nome: Brandão

Posição: Médio

Naturalidade: Freamunde

Nº Camisola: 23 Nome: Batista

Posição: Defesa

Naturalidade: Figueiró

Nº Camisola: 26

Ex- juniores S C Freamunde Nome: Luciano

Posição: Avançado

Naturalidade: Guimarães

Nº Camisola: 27Nome: Pedrinho

Posição: Médio

Naturalidade: Paredes

Nº Camisola: 28

Ex- juniores S C Freamunde Nome: Felipe Alberto

Posição: Avançado

Naturalidade: Campina Grande (Brasil)

Nº Camisola: 29 Nome: Serginho

Posição: Defesas

Naturalidade: Castelo Paiva

Nº Camisola: 71Equipa técnica:

Treinador: Nicolau Vaqueiro

Treinador Adjunto: António Costa

Treinador Guarda-redes: Rui Ribeiro

Preparador Físico: Mateus CostaEquipa médica:
Enfermeiro Sampaio
Enfermeiro Ângelo
Enfermeiro Jorge
Massagista: Filipe Colaço
Médicos:
Dr. Mendes Conceição
Dr. Artur

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ecos das Sebastianas

Festejar as Sebastianas é, acima de tudo, afirmar e celebrar a essência de ser freamundense.
As Sebastianas não o são (nunca foram !) uma luta inglória. As "mentalidades" estão desde há muito enraizadas. Dificilmente mudarão. São resultado de um processo; as festas começam a ser preparadas logo que terminam: mal acabam umas e já se está a trabalhar para outras.
São pela sua autenticidade, pela alegria, pelo bulício, um grande veículo promocional de Freamunde. Como ficou provado uma vez mais.
As Sebastianas mantiveram um cartaz tradicional, aqui e ali com roupagem diferente; um programa que já está consolidado - esperemos que assim continue. Foi bom o Festival de Folclore ser lá incluído - e há números que são inquestionáveis.
A Terra sempre teve um enorme peso na dinâmica artística e cultural. E foi por "aqui" que tudo começou: com a "Semana Cultural", grande parte da inteira responsabilidade, com o "cunho", da "Associação Recreativa e Cultural Pedaços de Nós", a comemorar dez anos de existência. Há iniciativas, alicerces que sustentam a sua identidade, que se repetem (concurso de quadras - na sessão solene de entrega de prémios, o jornalista e escritor português galardoado em 2011 com o Prémio Camões, Manuel António Pina, foi muito justamente alvo de singela homenagem, sendo nomeado sócio honorário desta Associação, decisão tomada, após assembleia geral extraordinária, por unanimidade e aclamação -, jornadas de reflexão e saudade...), mas também existem outras novas, pensadas, dinamizadas e dadas a conhecer por gente de coração grande, nobre e criativa, sempre pronta e disponível: actividades paralelas, de natureza lúdica e cultural que se prolongaram desde o mês de Maio. Todos se mostraram na noite de Domingo, dia 3 (Castanholas, Big Band, Percussão, Laços e Nós...), num espectáculo brilhante, completamente gratuito, onde a música andou permanentemente de braço dado com a poesia. Esteve ali, com laivos de nostalgia, a "alma" da nossa gente. Cantou-se "Rodela"...Cantou-se "Freamunde".
As noites da semana foram pensadas para diversos segmentos de público. Da "pesada", por exemplo: Mauro Passos, Plug, New Color Band...Pedro Barroso na Quinta Feira?! Sim foi lá que o "meteram". A verdade é que merecia amplamente ser referência de cartaz nos dias nobres dos espectáculos de palco. Mas pronto, esteve connosco outra vez e isso é que foi importante. Tinha aceitado o repto de 2007:«Volta sempre, Pedro. Quando quiseres!». Ele quis e, como tal, voltou. Nós agradecemos. Pedro Barroso, cantor, autor-compositor, excelente comunicador - um artista verdadeiro -, proporcionou-nos momentos musicais inesquecíveis. Eternos. O que seria de muitos artistas, os da "moda", que por aí infelizmente proliferam, com a idade do Pedro e com aquela barriguinha bojuda? Já teriam certamente desaparecido do mapa.
É propósito da "Associação das Sebastianas" continuar a homenagear e a lembrar, junto à estátua do Santo Mártir, no Largo de São Francisco - agora mais pobre, pois despido das três frondosas tílias que acabaram por morrer de pé, como qualquer árvore que se preze -, todos aqueles, fisicamente ausentes, que integraram as comissões e muito deram para o seu enriquecimento. Assim aconteceu, no fim de tarde de Sexta, num ambiente de evidente carga emotiva.
O princípio de noite do mesmo dia foi fortemente marcado pelos jantares/convívio de anteriores comissões, fontes geradoras de eternas amizades. Depois das comezainas, bem regadas por sinal, iniciaram-se os preparativos para a grande concentração de bombos. Perspectivavam-se dezenas de "pseudo" Zés P'reiras que inundariam a cidade com ininterruptas batidas ensurdecedoras. Ninguém adormeceria por aquelas bandas, estamos certos. Tudo por culpa do "Baco", no momento o "Deus" glorificado. Porém, S. Pedro, amigo íntimo do Mártir Sebastião, não gostou nada da brincadeira e, irado, num acto de solidariedade, descarregou sobre a cidade uma chuva miudinha, arreliadora, que teimou em persistir. Mas não, nunca houve, barreira alguma que consiga suster a vontade, a determinação, a paixão dos freamundenses. Nem as forças da natureza. E desfile aconteceu. Podia lá ser o contrário! Curioso que as mulheres dos ex-festeiros já lhe tomaram o "gosto". Se a moda pega a sério, vai ser bonito, vai!
O concerto, que antecedeu toda esta algazarra, deu-nos a (re)conhecer os "Festivaleiros", os "Parodiantes" Homens da Luta", sempre de megafone em riste, das cantigas de intervenção, das músicas de raízes tradicionais e ritmos africanos, cheias de humor. Foi uma "alegria", foi um coisa..., como dizer?..., diferente, camaradas pá!! Para ajudar à festa, misturou-se madrugada dentro o Grupo de Percussão da Associação Recreativa e Cultural Pedaços de Nós, agora sem os materiais reciclados, alternativos, como latas, bidões...Um espectáculo de colorido sonoro, de lindíssimas coreografias, que empolgou, seduziu...Fantástico. De classe. P'ra repetir. Já. Os fãs, que já os há, e muitos, explodiram de alegria.
No Sábado, subiu ao palco uma lenda viva do panorama musical português: José Cid, com uma carreira de mais de 50 anos, popularizado como teclista e vocalista nos extintos 1111 e Green Windows. Bem identificado com esta Terra - já cá estivera em 1974, 1976, 1977 e 1983 -, José Cid, mesmo a caminho dos "70", ainda mexe...ainda mantém a frescura dum jovem. Enfim, proporcionou-nos um espectáculo decente, para todos os gostos: rock progressivo, jazz, música popular, fado...Entusiasmado, emocionado, a certa altura soltou esta frase que gostosa e orgulhosamente registaremos como patente: FREAMUNDE, RAINHA DA SIMPATIA. O Domingo é o dia por excelência para as manifestações de cariz religioso. De manhã, na Igreja Matriz, houve missa solene com sermão, a grande instrumental por elementos da Banda da Terra e do coro residente.
A PROCISSÃO é por si um dos maiores atractivos, sustentada na tradição, característica a que o freamundense sempre aderiu de corpo e alma...na cuidada e desinteressada entrega dos seus filhos na sua preparação, na sua organização...na decoração do interior da Igreja, um sonho...na ornamentação, rica, dos muitos andores...na confecção dos coloridos tapetes de flores. A procissão continua a ter um forte sentido de devoção. Porque se trata de momento único para acção de graças, adoração e admiração. As ruas de Freamunde, ao longo do extenso percurso, estavam pejadas de gente. Impressionante! A inflexível obrigação do povo crente.

Porque a força das Sebastianas, não se resume à parte religiosa - festa sem música, sem as Bandas, não é festa...-, não ficaria completa sem a presença das Filarmónicas, os tradicionais despiques. Este ano coube à Banda da Trofa, regida por um filho desta Terra, dar "luta" à anfitriã. Os concertos foram harmoniosos, num ambiente salutar, para gáudio dos persistentes amantes da Arte dos Sons. Depois houve a apoteose final. Cantou-se o Hino e a Gandarela, repetidamente, e Freamunde veio "abaixo. As "modernices" ainda não conseguiram desintegrar a tradição do passado. Até quando?
P'rá madrugada de Domingo para Segunda, a comissão apostou em David Fonseca, voz e guitarrista do desmembrado grupo "Silence 4". Foi um concerto fresco, direccionado à juventude irreverente, que aderiu com todo o seu explendor, sempre de "copo" na mão (cerveja, caipirinha..., tudo o que cheirasse a álcool era tragado repetidamente), repleto de animação, cor, luz...Que transbordou de alegria, de entusiasmo...Que fez o centro da cidade rebentar pelas costuras. A "MARCHA" é um dos pontos altos, o acontecimento marcante, iniciativa característica e já tradicional desde os longínquos tempos de 1954.
O cortejo desfilou sobre olhares atentos, excitados, dum mole humana impressionante.
O tema lançado este ano abordou uma das temáticas que encaixa perfeitamente na envolvência dos freamundenses: "Música" - "Sinfonia 2011".
Quando começaram a desenvolver o trabalho, logo percebemos um desfile interessante, porque diferente e inovador, com carros alegóricos propositadamente construídos para o efeito. Os "artistas" pegaram-lhe a jeito e trabalharam-nos com "Arte Divina". As ruas de Freamunde transbordaram de harmoniosas melodias, ao ritmo dos "The Doors", "Rolling Stones", "Queen", "Bob Marley", "Amália"...
O FOGO-DE-ARTIFÍCIO, pirotécnico e piromusical, é já uma das imagens de marca das Sebastianas. Simplesmente divinal. Um "estrondo". À FREAMUNDE. Outras iniciativas, corridas de carrinhos de rolamentos, concentração de Vespas e Mini's, lançamento do livro da autora Rosalina Oliveira, Workshop's, levadas a cabo por Associações locais de cultura e recreio, mantiveram a vontade e a persistência que as caracterizam.
E falando agora das VAQUINHAS, salvo seja, mais bravas e onerosas, constantemente anunciadas ao longo dos festejos, nem estas fizeram o pessoal arredar pé. Há quem goste de as desafiar. Por vezes sai caro! Oh se sai!

Por fim, as palmas, os parabéns, são momentos em que os "festeiros" sentem, no anonimato (só se "mostram", só se sentem efusivos, de bombo na mão, em cima do palco no "lavar dos cestos"), que todo o seu trabalho foi justamente reconhecido. Assim terá cido, certamente, já depois desta crónica ter sido enviada para a redacção do jornal. Já depois da actuação dos "Kumpania Algazarra".
Concluindo: Num quadro de crise económica, as Sebastianas mantiveram-se pujantes. São a romaria das romarias. Mais uma vez manifestaram-se em todo o seu esplendor. Rendidos aos seus encantos ficaram os forasteiros que nos deram a honra da sua visita. E foram muitos, aos milhares, que invadiram esta hospitaleira terra, sempre de braços abertos, e viveram momentos inesquecíveis, dias que ficarão eternos nas sua memórias.
JOAQUIM PINTO - GAZETA DE PAÇOS DE FERREIRA

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sebastianas 2011 - marcha alegórica e fogo de artifício





Foram aos milhares...Uma moldura humana impressionante. Variados locais do itinerário da Marcha Alegórica - Sinfonia 2011 - pejados de pessoas para assistirem à Sinfonia. Foi uma verdadeira sinfonia de alegria, de emoções sem limites...Os carros alegóricos estavam lindíssimos. Muita criatividade. Criatividade essa, construída por gente da terra. Uma tarefa que absorve horas a fio de trabalho, de dedicação, de paciência, para que tudo fique perfeito até ao mais ínfimo pormenor. O povo de Freamunde ama as suas festas como ninguém.
O fogo de artifício foi um espectáculo de rara qualidade. Belo. E este ano tivemos direito a surpresa. Sempre a somar pontos...
São as Sebastianas 2011. Quase, quase a terminarem...
Parabéns, sinceros, à Comissão 2011. Obrigado por nos proporcionarem estes seis dias de umas Sebastianas de arromba! Foram fantásticas e belas! São as nossas Sebastianas! Sempre até ao raiar dos primeiros raios do Sol...