quarta-feira, 30 de maio de 2012

Freamunde e a Casa do Infantado ( IV )

Em 7 de Fevereiro de 1641 saíram da barra do Tejo dois navios. Num partiram secretamente seis fidalgos com suas famílias. Entre eles D. Pedro de Mascarenhas e D. Jerónimo de Mascarenhas, filhos do vice-rei do Brasil, marquês de Montalvão. No outro navio, iam os governadores nomeados para Ceuta e Tanger, também com a família e a criadagem. Dias mais tarde, saber-se-ia em Lisboa que havia atracado em portos da Andaluzia com a intenção de se aconselharem em Castela, em sinal de protesto de fidelidade a Filipe IV, que consideravam ser o legítimo soberano de Portugal. Nos Açores a situação era complexa. Se havia notícias que em várias ilhas se tinha aclamado D. João com satisfação, em Angra, o mestre de campo castelhano D. Álvaro de Viveiros teimara em manter-se fiel a Filipe IV. Fora necessário enviar uma frota e homens para reduzir a resistência das tropas castelhanas aquarteladas no castelo de São Filipe. O cerco iniciou-se em 21 de Março de 1641. Mas D. Álvaro resistiria com valentia e coragem, só capitulando cerca de um ano depois. De igual modo, no Norte de África as praças de Ceuta e Tanger persistiram na submissão a Castela. De Angola, Rio de Janeiro e do Oriente nada se sabia ainda e receava-se o desenrolar dos acontecimentos.
Muita da fidalguia portuguesa vivia nestes meses uma espera incerta relativa ao destino dos parentes que a aclamação surpreendera fora do Reino e que por qualquer motivo estavam fora de Madrid, fazendo uso de estratagemas variados, lograram recolher-se a Portugal rapidamente. D. João ajudara ao retorno, disponibilizando barcos e meios. O mesmo não ocorria aos que estavam em Madrid. Mais vigiados tinham maior dificuldade em fugir e, com isso, prolongavam a estada e a aflição da parentela em Portugal. Na Corte, o ambiente era de ansiedade. A euforia dos primeiros dias após a aclamação fora substituída por um clima de desassossego e desacerto.
Desagrado e descontentamento existiam também. Eram sobretudo visíveis entre a nobreza mais ilustre, que, atenta à sua honra e pergaminhos, ponderava meticulosamente as mercês feitas à demais fidalguia, comparando-as com as outorgadas às suas casas. Por isso, e como sempre, as muitas nomeações realizadas pelo monarca eram comparadas, deixando alguns queixosos da desatenção régia. Entre eles, o 7º marquês de Vila Real, D. Luís de Noronha e Meneses e D. Miguel Luís de Meneses seu filho e 2º duque de Caminha donatários de Freamunde. (Continua)
João Correia

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Gandarela - 20 anos

Este texto que transcrevo em baixo, foi escrito pelo fundador do Grupo Teatral Freamundense, Fernando Santos, aquando do 20º aniversário do GTF, em 1983. É um relato na primeira pessoa daquele que foi o elemento mais importante do teatro em Freamunde. Vale bem a pena perder um bocado de tempo e ler este longo, mas belíssimo texto com quase trinta anos.
"  Vinte anos se passaram …
                 … e parece que foi ontem! … Havia já uns 15 anos que eu havia trocado a cidade do Porto por esta orgulhosa terra da Chã de Ferreira, chamada Freamunde, que me acolheu com a simpatia e a Hospitalidade que são apanágio e a tornam magicamente atraente, e a qual me dediquei como nela se tivesse gerado… Foi o Teatro que aqui me trouxe, o Teatro, o Teatro que sempre encheu a minha vida desde menino, quando, pela mão de meu pai (critico teatral num diário portuense), eu assistia a todas as estreias que aconteciam na Cidade Invicta. O Porto era, ainda nessa altura e no dizer do grande actor Eduardo Brasão, “… a pedra de toque da cena portuguesa… “ . Chegou a ter quase tantos teatros a funcionat todas as noites, como hoje tem cinemas!... E eu sentava-me, ansioso e expectante, perante um “pano” que em breve iria abrir e desvendar um mundo que sempre me fascinava e me marcaria para sempre.     Os anos correram e, certo dia, um senhor de fartos bigodes apareceu no Porto a contratar um grupo de amadores que eu dirigia para um espectáculo em Freamunde, a favor da Associação de Socorros Mútuos. Representamos a peça "Duas Causas"...A recita agradou e novo contrato surgiu. E outro... E outros...
Não me lembro se cheguei a beber agua do Agrelo ou se ma deram sem eu saber... O certo e que cá fiquei e, comigo, o viciozinho pelas tábuas de palco, semente teimosa e atrevida que, afinal, vinha encontrar fértil terreno para a sua reprodução, bem lavrado e adubado por esse inesquecível cultivador da cena freamundense que se chamou Leopoldo Pontes Saraiva.
E foi logo uma incansável e alegre labuta na produção de espectáculos: "Bocacio na Rua", "Irene", "A Rainha Claudia", "A Flor da Aldeia", "Traviata", "Intrigas no Bairro", "Cama, Mesa e Roupa Lavada"... eu sei lá, até uma revista, por mim propositadamente escrita E: "Freamunde é Coisa Boa!..." Mas, depois, cansei! Não sei porquê mas cansei... e o Teatro parou por 10 anos!...
             Foi então que me apareceu um homem aberto e franco, que tudo dizia, doesse a quem, doesse, nervosamente, gaguejadamente, mas que se fazia entender com toda a facilidade e que eu hoje recordo com muita ternura e nostalgia: Maximino Ferreira Rego. Muito pouca gente sabe o que o Maximino Rego teve a ver com a "Gandarela" e com o Grupo Teatral Freamundense e porque incluímos o seu nome entre o dos nossos mortos mais queridos e no enorme lote da nossa saudade e gratidão.
               Certa noite, descíamos os dois as escadas do antigo Clube Recreativo, quando o Maximino Rego, naquele seu jeito peculiar de começar a dizer as coisas com alguma calma e muita manha..., para em breve se entusiasmar numa franqueza sôfrega que o fazia gaguejar aflitivamente, interrompendo-se amiúde a procura das palavras, entendeu dever dizer-me coisas menos agradáveis sobre a "preguiça e o desleixo" que me levaram a interromper as actividades teatrais. Naquele seu característico afã de tentar convencer os outros, chegou a jurar pela saúde e pela alminha dos seus que, se tivesse a capacidade - que me atribuía... - de poder por a "coisa" a funcionar, já há muito o teria feito, sem fazer a "figura triste que eu andava a fazer..." E, no seu entusiasmo, chegou mesmo ao insulto, com muitos e vigorosos toques com as pontas dos dedos nos meus braços e peito, forma muito sua e de outros Regos... - de despertar o interlocutor e se fazer ouvir... E tanto me disse, tanto me tocou, com tal vigor me atirou o seu "desprezo"... que, efectivamente conseguiu despertar o meu orgulho, pelo que, já farto de o ouvir e seriamente agastado com a conversa e moldo pelos toques, lhe ripostei zangado: "Pois bem, vai haver teatro e escreverei mesmo, uma peça de propósito!" Foi isto pelo S. João. Em Agosto estava escrita a "Gandarela". Em Setembro, o Jaime Rego passou as suas férias em Freamunde - como ainda hoje o costuma fazer - e ajudou-me a escrever a música que eu inventara e a que decidira adaptar. Ao mesmo tempo recrutavam-se e escolhiam-se os "actores" e começavam aí os ensaios. Em 22 de Dezembro de 1963, o Grupo Teatral Freamundense dava a sua primeira representação, estreando a "Gandarela", que hoje renasce. Curiosamente, vinte anos depois, O G. T. F., a braços com o problema de um local para ensaios, foi encontrar acolhimento e essa possibilidade precisamente na casa onde Maximino Ferreira Rego sempre viveu e morreu...
 Assim nasceu um grupo de teatro que ia dar mui­to que falar no país e até no estrangeiro. Durante a década de 60 e nos primeiros anos de 70, o nome de Freamunde passeou, pela mão do G. T. F., pelas principais cidades portuguesas e pelos seus palcos mais importantes. Os prémios sucederam-se e o aplauso dos críticos mais exigentes encheu colunas e colunas dos jornais e revistas.
Convites choviam de todos os lados, mesmo no estrangeiro, casos de Nancy e Avignon que dificuldades económicas e de disponibilidade de tempo impediam de aceitar. O nome de Freamunde foi até ao Japão, a Yokohamma, representar Portugal numa exposição Documental de Teatro Amador... Até ao 25 de Abril 30 espectáculos diferentes justificavam o entusiasmo com que o nome do G. T. F. era acolhido pelos mais proeminentes nomes das Letras e do Teatro. O G. T. F. aparecia em todos os meios da comunicação social tendo mesmo, a TV feito deslocar a Freamunde várias equipas de reportagem que lhe chegaram a dedicar programas de meia hora!...
                  A Revolução dos Cravos veio apanhar o G. T. F. com duas peças em cena: "MAR", de Miguel Torga, e "O BAR&O" de Luis de Stau Monteiro. 0 entusiasmo revolucionário da época prejudicou a representação destas duas belas obras do nosso Teatro, que foram retiradas do cartaz extemporaneamente. "O Barão" só deu, mesmo uma representação em Guimarães e um espectáculo - ensaio em Freamunde. Foi uma pena... A hora era de mudança, todos desejavam gritar as verdades silenciadas por longos anos de censura e foi com alegria que se procedeu a estreia mundial da peça "Farsas Contemporâneas" , de António Ballesteros , peça espanhola, proibida na própria Espanha, onde Franco, já agonizante, ainda silenciava o pensamento e fuzilava os últimos opositores mais destemidos. Uma embaixada cultural da Rússia, da qual fazia parte o actual Ministro da Cultura Soviética, George A. Ivanov, de visita ao Teatro Português, inclui Freamunde na sua digressão, tal era o prestigio do G. T. F. ...
      Mas a mudança politica, com a consequente divisão ideológica, agora finalmente legalizada, tinha, inevitavelmente, de fazer esmorecer o entusiasmo inicial. Disso se ressentiu o país e o G. T. F., que só conseguiu mais três ou quatro realizações... Depois, as obras na sala em que actuava - num estado de degradação impossível de continuar a suportar -, acabaram por interromper os seus trabalhos. Por pouco tempo, pensava-se... Era um acto de coragem da Direcção da Associação de Socorros Mútuos, que, em breve, se viu a braços com dificuldades económicas para poder levar o seu projecto a bom termo: cinco anos se gastaram na realização da obra... e ainda não esta concluída... Cinco anos silenciou o G. T. F. a sua voz, a voz que mais alto elevava o nome de Freamunde na admiração dos estranhos. Os subsídios pedidos falhavam ou eram tão ridículos que nos chegavam a ofender... Só a Câmara Municipal de Paços de Ferreira, cujo Executivo tomou plena consciência da enorme importância cultural do empreendimento, tudo tem feito para que seja levado a cabo.
 Mas o G. T. F. ia fazer 20 anos em 22 de Dezembro de 1983 e impunha-se festejar a data. As obras estavam atrasadas e o dinheiro era cada vez menos. Boas vontades se uniram, então, para um último esforço, não só de alguns amigos como dos próprios fornecedores e trabalhadores, cujas facilidades dadas nunca serão demais realçar e agradecer... O auxilio Municipal foi, também, precioso... e só o pouco tempo de que se dispunha não permitiu que tudo estivesse pronto neste festivo dia. Está o essencial... e Freamunde passou a possuir um "teatro-estúdio" acolhedor e melhor e maior do que os de quase todos os grupos independentes de Lisboa e do Porto.
 Com ele renasce o G. T. F. e a sua continuação da tradição teatral freamundense.
               Acompanhando a onda de revivalismo que se está a verificar no teatro de todo o mundo, repõe-se a opereta "Gandarela", 1? obra do G. T. F., peca de costumes populares, sem preocupações artísticas ou intelectuais, mas que há vinte anos, constituiu o seu maior êxito de bilheteira, que bem necessitamos se volte a verificar...
Sendo uma obra ainda com certos laivos de actualidade, a opereta "Gandarela" e já um documento histórico da Vila de Freamunde. E, se politicamente corre o risco de poder ser considerada reaccionária - e até o é ..., só se desculpando pela implacável desinformação praticada pelo governo salazarista da época em que foi escrita -, tem a virtude de documentar factos da vida freamundense que os mais novos desconhecem e não mais se verificarão:
              Hoje já não há sardinheiras, nem tamanqueiros, nem tasqueiros, actividade que, há vinte anos, caracterizavam a nossa terra. O classismo e a "diferenciação” social, com o 25 de Abril, esbateram-se muito e, hoje, nem Leigal e zona exclusiva dos "ricos", como então era considerada, nem a Gandarela significa "miséria" e menos educação... Não sei se ainda haverá quem recorra a "defumadouros" pa­ra alcançar os seus fins... De qualquer modo, a luz eléctrica, agora acesa toda a noite - o que então se não verificava - muito terá limitado essa prática... A autoridade policial e administrativa deixou de poder contar com as figuras simpáticas, mas bizarras, do regedor, dos cabos d'ordens e do administrador do concelho...
            As festas Sebastianas eram sempre feitas com imensas dificuldades económicas e ninguém queria tomar conta delas. Na "marcha" e na "praça", Gandarela e Leigal apresentavam sempre os seus ranchos pseudo-folcloricos, numa competição que hoje não acontece... A "Banda da Pocarica" foi uma tentativa gorada de concorrência a Banda Cómico-Musical que Figueiró sempre apresentava com imensa graça... 0 cauteleiro Miguel, que aparece na peça, era uma figura típica e popular, com o seu estridente pregão a nasalado e sempre a falar em redondilha rimada. Aquele fotógrafo tambem existiu: era o "a la minute" e chamava-se Floriano... O relógio da Igreja, sempre avariado, passou anos sem ser composto...A estúpida pratica do "mel", que consistia em molhar, nos dias das "Sebastianas", todos os que, após a "vaca-de-fogo", não recolhiam a suas casas - o que ainda hoje se verifica -, tinha sido proíbida, tendo a Guarda Republicana aconselhado a Junta da Freguesia a esvaziar os tanques da praça nesses dias...
            Tradições há, contudo, que ainda se mantém: o roubar dos vasos, na véspera de s. Pedro, para com eles ser enfeitada a capela de Santo António... e - já tradicional: - a falta de retretes públicas, nada admirando que os sócios do Clube Recreativo tivessem as cercanias pouco respeitadas...
 Por tudo isto, a opereta "Gandarela" oferece um interesse que cada vez mais se aviva com o decorrer dos anos. Achamos importante repô-la, mesmo não sendo este o tipo de teatro que mais pode interessar a nossa actividade futura.
Mantivemos a encenação inicial, com todos os seus erros e as suas infantilidades... Só não podemos manter os mesmos actores, como o tínhamos feito há 10 anos, porque o tempo não perdoa e deixa inultrapassáveis marcas em cada um de nós... Cantamos sem sabermos cantar... Fizemos pão de ló sem ovos... Oxalá vos saiba bem!
Vinte anos se foram!... Bons tempos, costuma dizer proverbial saudosismo latino... Eu não estou de acordo. Eu acho que todos os tempos são bons, e que os de agora não são piores, nem melhores que os anteriores. Só que... vinte anos se passaram, que há menos vinte anos para viver e não seria mau podermos voltar atrás...
Fernando Santos " - 1983
 FICHA TÉCNICA DA OPERETA POPULAR "GANDARELA" - 1983

segunda-feira, 21 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Esta é mesmo verdadeira

 PROMESSA CUMPRIDA
Chaby Pinheiro foi um grande actor português. Grande em toda a acepção da palavra: tinha um incomensurável talento de actor, era um distintíssimo declamador e possuia o mais avantajado corpo que alguma vez pisou em palco. Era tão grande e tão gordo que - dizem - numa tournée, em Ponte de Lima, só conseguiu entrar na casa de espectáculos içado com cordas, pela varanda da casa, pois não conseguia entrar pela porta do palco..., porque não cabia.
Ângela Pinto, sua colega, outro monstro de talento do nosso teatro do começo do século, imensamente brincalhona, cheia de espírito e, muitas vezes, inconveniente, costumava chamar-lhe, amigávelmente, "cara de cú". Chaby, bom rapaz, bonacheirão e muito amigo dela não se importava. O pior é que a Ângela não utilizava o termo só entre amigos e colegas: por vezes saía-lhe mesmo na presença de desconhecidos, o que conseguia irritar o bom do Chaby, que um dia a proibiu, mesmo de lhe voltar a chamar tal nome.
- Está bem, pá! Desculpa. Bem sabes que não era por mal. É a nossa confiança e amizade..."
- Bem sei, mas, se fazes favor e não me levas a mal, proíbo-te de me chamares mais essa coisa, porque tu és um pouco destravada e nem sempre reparas em quem está presente."
E assim ficou combinado. 
Passado algum tempo, na cidade do Porto, num dia de grande calor, Ângela Pinto, ao sair do Teatro Sá da Bandeira, foi encontrar o anafado colega, a derreter-se em seuor, sentado na esplanada da "Brasileira", acompanhado de uma alta personalidade do governo, cujo nome não vem ao caso, e a refrescar-se tomando apetecível copo de um qualquer refresco por uma palhinha, com o maior deleite e satisfação estampados naquela enorme e redonda cara. A matreira e inconveniente Ângela saudou-o amigavelmente em voz alta dizendo-lhe:
- Adeus Chaby! Com que então, a tomares o teu clisterzinho, ein?!...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

S. C. Freamunde garante manutenção

Sofrer ! Na verdadeira acepção da palavra. Assim se resume a derradeira e importantíssima jornada da época 2011 / 2012. O S. C. Freamunde tinha que obrigatoriamente vencer o F. C. Penafiel para garantir a manutenção. João Rodrigues apontou o único golo da partida que garantiu a manutenção.
Com uma época muito conturbada aliada a uma série de factores que é do conhecimento público, e que agora não importa mencionar, os jogadores deram o seu melhor em campo para que a despromoção não fosse possível.
De realçar a impressionante moldura humana presente no estádio para apoiar a equipa. Há já alguns anos que semelhante não acontecia. Estamos de parabéns. Isto é Freamunde. Viu-se Freamunde.
Parabéns jogadores. Obrigado!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

5º Aniversário

Hoje o blog Freamundense faz cinco anos. Parece que foi ainda ontem que tudo começou, por acaso, foi crescendo, e por aqui tem estado nestes cinco anos, e por aqui estará. 
Gostava de ter mais feedback desse lado do monitor, não para satisfação própria, mas para poder melhorar o blog e oferecer-vos outras imagens, outros conteúdos que, se calhar gostariam de ver por aqui e não vou conseguindo oferecer-vos. Mas cheguei a uma fase em que manter este cantinho aberto tornou-se quase uma obrigação, e como tal, bem ou mal lá vai sendo publicado. 
O Freamundense por cá vai continuar, sempre aberto a quem nele queira colaborar e, queira ser freamundense neste cantinho.
Para terminar, só me resta agradecer a vossa presença aí desse lado, agradecer as vossas visitas e os vossos comentários e, que por cá continuem!
P.s. - Quero aqui deixar um agradecimento muito especial ao Nuno Leão que ao longo destes cinco anos tem renovado a imagem do blog, e também oferecido conteúdo ao mesmo, sendo a imagem de cima disso exemplo. Obrigado Nuno!
Bem hajam.
E como é de Freamunde que este blog se trata, deixo-vos quatro fotografias tiradas neste belíssimo dia primaveril.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Arnaldo Brito

Arnaldo Brito, grande comerciante de Freamunde, pessoa interessada nas coisas da sua terra. Era Presidente da Junta de Freguesia aquando da elevação de Freamunde à categoria de Vila, a 13 de Junho de 1933.
No dia 11 de Junho de 1983, aquando do início da Toponímia de Freamunde, foi desterrada pelo próprio Arnaldo Brito, a placa de inauguração da rua em sua homenagem - fotografia de cima.
11 de Junho de 1983 - Arnaldo Brito desterra a placa da rua em sua homenagem.

domingo, 6 de maio de 2012

Dia da Mãe

MÃE
Hoje como ontem, serás sempre a minha memória.Como já és o meu amanhã.
Mãe é Mãe. Insubstituível. Amiga.
Porque todos temos uma. Única.
Amo-te muito, minha querida MÃE.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

As árvores morrem de pé

No sábado passado fui assistir à peça de teatro "As árvores morrem de pé". Fui assistir a mais uma excelente e belíssima produção do Grupo Teatral Freamundense na centenária Associação de Socorros Mútuos Freamundense. Já são quase 50 anos de actividade ininterrupta de promoção cultural em Freamunde, deste grupo fundado por Fernando Santos, no longínquo dia 22 de Dezembro de 1963!...
Parabéns ao Grupo Teatral Freamundense. Parabéns a todos por esta magnífica representação. Bem hajam.
A não perder!
Deixo-vos algumas fotografias e a ficha técnica desta belíssima peça.
FICHA TÉCNICA