terça-feira, 30 de abril de 2013

Sebastianas 1960

DIA 9 JULHO
Alvorada ruidosa com foguetes e morteiros. Anunciação das «Festas» por numeroso grupo de Zés P'reiras, Gigantones e Cabeçudos.
DIA 10 DE JULHO
ÀS 7 HORAS - Alvorada com estrondoso fogo.
ÀS 8 HORAS - Entrada da Banda Marcial de Freamunde.
ÀS 11 HORAS - Missa Solene e festiva subindo ao púlpito um distinto orador sagrado. Esta Santa Missa, que será a grande intrumental, terá a celebração da Banda Musical de Freamunde.
ÀS 15 HORAS - Entrada da consagrada Banda de Música de Revelhe de Fafe, seguindo-se a subida aos respectivos coretos destes dois anunciados conjuntos musicais que iniciarão os respectivos concertos.
ÀS 19 HORAS - Saída da respeitável, magestosa e tradicional PROCISSÃO DE SÃO SEBASTIÃO na qual se incorporarão numerosas Confrarias, Irmandades, Pias Uniões, Associações Religiosas, encantadores grupos de anjos e querubins e deslumbrantes andores, precedida por um garboso grupo de Centuriões Romanos.
ÀS 22 HORAS -Início do surpreendente arraial nocturno, com feéricas iluminações.
ÀS 22:30 - Novos concertos musicais pelas Bandas Marcial de Freamunde e Revelhe de Fafe.
ÀS 24 HORAS - Sencacional certame de fogo de artíficio, pelos conhecidos pirotécnicos Pontes & Filho, de Raimonda e viúva de António Teles de Paços de Ferreira.
ÀS 2 HORAS DA MADRUGADA - Encerramento deste festivo dia, com a tradicional e pitoresca corrida de uma bravíssima Vaca de Fogo.
DIA 11 DE JULHO
ÀS 15 HORAS - Diversos divertimentos e números desportivos a anunciar brevemente.
ÀS 16 HORAS - Concêrto pela Banda Musical de Freamunde.
ÀS 18 HORAS - Entrada dos numerosos Ranchos Folclóricos das freguesias circunvisinhas e concelhos limitrofes.
ÀS 21 HORAS - Início do grandioso Festival Regional, que terá lugar em recinto fechado.
ÀS 23 HORAS - Desfile do grandioso e já afamado CORTEJO LUMINOSO E ALEGÓRICO ao qual se incorporarão todos os agrupamentos citados, e um numeroso grupo de Gigantones e Cabeçudos, Banda Marcial de Freamunde, atroador grupo de Zés P'reiras, conjuntos infantis de diversos significados e maravilhosos carros alegóricos.
ÀS 24 HORAS - Grandiosa sessão de fogo de artíficio pelos mesmos pirotécnicos.
As festas encerrarão com uma nova corrida de uma furiosa Vaca de Fogo.
Durante os dias Festas funcionarão: Uma riquíssima Quermesse, com valiosas prendas - A Cantina das Escolas, com serviço de bar e restaurante - O Bar dos Bombeiros Voluntários de Freamunde - Inúmeras diversões tais como: automóveis eléctricos, carrósseis, etc.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

25 de Abril

Hoje é o dia 25 de Abril. O dia que libertou Portugal de 48 anos de ditadura. O dia da Liberdade. E, por aqui no blogue sempre se comemorou o Dia da Liberdade.
25 de Abril sempre!

terça-feira, 23 de abril de 2013

"Gandarela" - 50 anos

 Capa do livro "Gandarela"
Há, todos nós o sabemos, uma Geografia Humana. E, sendo o Teatro uma das mais nobres manifestações artísticas com que o Homem fortalece e dignifica os dias difíceis e problemáticos do seu percurso terrestre, não pode deixar de considerar-se a existência de uma Geografia Teatral. Assim, pois ,numa imaginária carta do Teatro Amador Português, assinalou-se Freamunde como uma terra altamente significativa,isto em meados da década de 60. Ele há cidades e vilas,e outros lugares até, cujo nome, pronunciado entre cidadãos de mediana cultura, já evocam um monumento, uma indústria,uma especialidade gastronómica. E se é certo que, em meios mais especializados, se sabia da existência de uma importante indústria de móveis em Freamunde, se é certo que por ali perto, em território mais cercão, não era desconhecida a "Feira dos Capões", facto indesmentível é que,a um nível mais amplamente nacional, o nome de Freamunde se impôs pela produção de um teatro de qualidade. O qual, sendo natural e forçosamente amador, soube merecer o apoio generalizado do público e da crítica. Mérito que é, seguramente, da própria terra de Freamunde, do temperamento dos seus habitantes, entre os quais não foi difícil aliciar actores e arrebanhar espectadores, em tão grande número. Mas mérito que é, acima de tudo, do meu querido Amigo Fernando Santos, cujo trabalho, à frente do Grupo Teatral Freamundense, venho seguindo há mais de vinte e cinco anos...
 1ª Representação - 1963
De Gandarela não vi a primeira encenação (1963), porque só pouco depois, na convivência de algumas figuras grandes do nosso Teatro (quase sempre Alves da Costa e Rui de Carvalho), passei a acompanhar a actividade cénica dos nossos grupos de amadores, particularmente na zona norte do país. Mas tive a oportunidade de ver a reposição da popularíssima opereta, em 1983, por altura das comemorações do 20º aniversário do GTF. Recorro-me agora da impressão que me deixou esse espectáculo, reforçando-o com a leitura do texto.
 2ª Representação - 1973
Sendo Gandarela uma opereta, género infelizmente quase desaparecido quando me converti ao Teatro, como autor e espectador assíduo, não posso ter ideias suficientemente sólidas sobre o assunto, até por falta de termos de comparação. Opereta popular de fundo regionalista (pela expressão textual e musical), Gandarela tem todas as condições para ser a memória permanente da população de Freamunde. E isto não é reparo ao nível cultural do público freamundense, que ao longo de quase três décadas, Fernando Santos e o seu Grupo souberam formar no gosto e na aceitação de uma certa modernidade. (Estou a lembrar-me, por exemplo, de Gladiadores e Amor de Perdição, produções locais, mas também de exemplares espectáculos profissionais de Lisboa, Porto e outras proveniências.)
 3ª Representação - 1983
Verificadas as razões principais para que o público de Freamunde permaneça fiel ao seu espectáculo emblemático - espelho que reflete um recente passado comum, que uns querem recordar e outros conhecer - poder-se-á perguntar em que medida o espectador forasteiro e intruso na celebração do culto revivalista se deixa mover pela acção e pela intriga desta história de entrecruzadas conquistas amorosas, que levam ao altar nada menos que quatro pares - 4 - para a suprema felicidade. Pois a mim parece-me que esta proliferação matrimonial com que se remata a opereta tem um sentido caricatural e humorístico muito próprio de Fernando Santos. E, de qualquer modo há que reconhecer em Gandarela uma razoável galeria de tipos populares de bom recorte, muitos diálogos de pitoresca e saborosa linguagem, em que palpita uma inegável vitalidade.
 4º Representação - 1993
Oiço dizer (ou sonhei?) que se prevê uma nova reposição de Gandarela. Se isto se torna um hábito de certa periocidade, estou em crer que os freamundenses dispersos logo e sempre correrão à terra natal, a ouvir dedilhar as cordas sensíveis de um bairrismo inofensivo e até salutar. Mal comparando, será assim como ir a Oberamergau ver a tradicionla Paixão...
Norberto Ávila
Lisboa, Primavera de 1991
Nas suas versões, a opereta "Gandarela" foi interpretada pelos actores descritos na imagem de cima.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Banda de Freamunde ( I I )

Em meados do século XIX, com a remodelação e actualização do instrumental – as Bandas só começaram a adquirir brilho e notoriedade com os novos naipes de instrumentos que começaram a surgir - , com a proliferação de novas partituras, de timbre, andamento, acentuação e intensidades diferentes e modernizadas, pela acção  exercida por ensaiadores habilitados, que se prontificavam, mediante contrato estipulando as condições de remuneração e de presença, a ensinar e a reger, quer nos ensaios, quer nas saídas, as filarmónicas explodem e, já por uso tradicional, vão tocar às romarias, às festas cívicas e religiosas, despertando o maior interesse das populações.
É, porém, durante o período da Regeneração, entre, sensivelmente, 1850 e 1890, que se assiste à época áurea das bandas filarmónicas, muitas delas estimuladas, em parte, pelas rivalidades políticas. As várias facções rapidamente se aperceberam que as filarmónicas eram importantes centros de comunhão social e artística e que podiam desempenhar “excelentes bases de apoio eleitoral, o que pode justificar, em muitos casos, a existência de duas bandas filarmónicas na mesma terra” (Cascão, 1993:526).
Será que daqui, nesta paróquia, se vivia de forma intensa os ideais liberais e os novos calores da crescente burguesia? Veremos. 
Ninguém escreve sobre Freamunde, sobre as suas instituições, ninguém conta a “Banda”, neste caso, sem ter procurado fontes credíveis, “potáveis”, onde saciar a sede e prosseguir a longa caminhada do conhecimento…Sem beber no padre Fancisco Peixoto ou no coronel José Baptista Barreiros. E porque não somos distraídos, lá fomos consultar a monografia de Freamunde, da autoria do coronel, onde se encontra bem explícita a influência dos “Ferreiras Velho” que se haviam excedido na evolução, divulgação e valorização da arte musical nesta terra. Assim, desde 1840 a 1860, Joaquim Luís Ferreira Velho tomou a seu cargo a regência da então denominada “Banda Velha”. Depois malquistou-se por motivos de carácter social com o pároco da freguesia, António Ferreira Matos, vulto local de certa importância e homem enérgico que impunha à paróquia a sua despótica vontade, tanto pelo exercício paroquial como pela via dos favores políticos. Como o pároco não conseguisse submeter ao seu predomínio o mestre Joaquim Luís, procurou feri-lo no interesse que sempre havia evidenciado pela “Banda Velha” e, pelos anos de 1870, fundou mesmo a “Banda Nova”, roubando à “Velha”, muito pelas pressões exercidas, diversos dos seus elementos e juntando-lhe outros. Desde então passou a existir em Freamunde duas filarmónicas. Como regente da “Nova” o mestre Ildefonso, um dos instrumentistas separados da “Velha”.
Desfalcada a “Banda Velha”, diminuiu a sua eficiência, mas apenas temporariamente, porque mestre Joaquim Luís, despicado e brioso, tanto trabalhou que conseguiu ensinar novos elementos e preencheu os claros deixados pela deserção dos que haviam transitado para a “Nova” e a “Banda Velha” continuou a manter-se superior em mérito à “rival” que, afinal, durou apenas três anos.
Em 1872, mestre Joaquim Luís, vergado ao peso da velhice, entregou a chefia da sua filarmónica ao filho, Albino Lopes Ferreira Velho, que ele havia devidamente preparado para lhe suceder; mas este em 1874, passou a batuta ao músico Ferreira Rato. O projecto teve continuidade, fruto da acção desenvolvida pelo colega Augusto Pereira Gomes.
Porque o período entre 1870 e 1890 foi bastante conturbado para a vida das filarmónicas que incentivadas pelas forças políticas passaram por situações complicadas de rivalidades partidárias e intrigas que acabaram por prejudicar  o desenvolvimento da sua prática musical sustentada essencialmente por factores alheios à própria música, não é de estranhar  que, por cá, mais propriamente em 1875, se voltasse a organizar a “Banda Nova”. Porém, a mesma apenas se manteve por outros dois ou três anos. Evidentemente, a terra não tinha elementos para acudir às duas.
E, assim, os membros da “Banda Velha”, depois de épocas conflituosas, lá partiram, perseverantes, com carisma e paixão, “lutando”, nas romarias circunvizinhas, pela honra e pergaminhos da filarmónica.
Mas…a presença das filarmónicas nos arraiais seria do agrado geral? Não. Nem de todos. Para o célebre escritor, Camilo Castelo Branco, “In Romarias do Minho”, (…) acabaram as chulas, as rondas, as estúrdias, em que as requintas e os clarinetes guinchavam uns assobios estridentes, que punham echos alegres e estridentes, nas colinas e tiravam dos peitos das crianças gritos de júbilo. As Bandas Musicais mataram as chulas. O tocador de rabeca, sentindo em si uma faísca de génio de Paganini, vai alistar-se na banda musical, que lhe chama a equestra, para injuriosamente lhe não chamar orchestra. 
Como estas bandas têm Libré (espécie de uniforme de lacaios e cocheiros de casa rica), este engodo com doze vinténs de música bem bufada de serpentes de metal oxydado, tem dado cabo daquelas ruidosas, festivas e nacionalistas chulas da nossa infância. 
É verdade que a filarmónica não se inspirava nas tradições regionais, sendo, como tal, interpretada pelo famoso escritor – e não só ele – como uma prática sem carácter local que representava ainda o perigo de poder acabar por substituir as “velhas folias tradicionais”.
Na imagem da Festa que residia na consciência popular, integrando, já nessas épocas (finais de setenta, princípios de oitenta do século XIX), dimensões religiosas e profanas, as Bandas, conforme Pierre Sanchis (1983 : 105), “ocupavam um lugar central e desempenhavam um papel privilegiado de síntese”. 
Porém – ainda com base na “História da Música Popular”, de Pedro de Freitas - , (…) só seriam admitidos na Igreja ou, mais em geral, só teriam licença de acompanhar as manifestações de culto, os músicos que pudessem apresentar um certificado de conduta cristã, moral e sacramental. 
As filarmónicas gozavam de um estatuto efectivo privilegiado: eram sustentadas como uma espécie de bandeira do sítio, um cartão de visita e um órgão de trocas culturais, ao mesmo tempo de colaboração e de competição entre aldeias.
Todas as filarmónicas eram o que eram os seus regentes. Não se estranhe, pois, que por volta de 1895, ano II da fundação do primeiro periódico concelhio, “Jornal de Paços de Ferreira”, encontremos transcritos vários episódios da “Banda de Augusto Pereira Gomes”, em festividades que se realizavam anualmente em diversas freguesias das redondezas, em honra dos seus padroeiros e outros santos: S. Mamede (Seroa), S. Brás e Nª Srª da Purificação (Frazão), S. Sebastião (Meixomil), S. João (Ponte Nova, Sobrão), S. José (Paços de Ferreira), S. Pedro (Raimonda), Nossa Senhora do Rosário (Carvalhosa), Nossa Senhora da Guia (Sanfins), Senhora da Hora (Penamaior), Senhora de Todo o Mundo (Figueiró), Senhora do Amparo (Covas, Lousada), Vinhal (Lordelo), S. Sebastião (Sobrosa), S. Tiago da Serra (Ferreira)…Curiosamente – conforme citação do Dr. José Pinto, no livro por si editado, “Sobrosa / História e Património” -, esta festa de S. Tiago (25 de Julho) era antigamente feita por quatro freguesias: Sobrosa, Ferreira, Beire e Louredo. Os encargos da festa eram divididos “irmãmente”, mas nem sempre o sistema era pacífico e o dia da romaria terminava, muitas vezes, em desacatos, em especial entre gente de Sobrosa e Ferreira, fruto de uma rivalidade latente que existia de longa data. Vários anos se passaram, os desentendimentos continuaram, até que, num ano, a festa não se realizou.
Mas…o que tem a ver tudo isto com o historial da “Banda” que tentamos aprofundar?...
 JOAQUIM PINTO - "ASSOCIAÇÃO MUSICAL DE FREAMUNDE - 190 ANOS"

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Poesia de Freamundenses

VIVER A VIDA

A vida deves viver
e viver plenamente
minuto a minuto viver
mas viver intensamente

Não deixes passar a vida
sem de perto apreciar
o sol, a chuva, as estrelas
a noite, o frio, o luar

A tua vida é um dom
que deves fazer render
vê bem, mas com coração
valoriza mais o ser

A vida é uma passagem
com o tempo a contar
já começou a contagem
desconheces o terminar

Perde-se a vida sem querer
também a vemos fugir
morre-se muito a sofrer
também se morre a sorrir

Mas se a vida fôr vivida
e deveras partilhada
jamais ela será perdida
será sim perpétuada

O sonho comanda a vida
podes sempre acreditar
terás aqui uma amiga
continua amigo a sonhar

Aurora Bica - "Alma Freamundense" - Julho 2004

terça-feira, 9 de abril de 2013

Freamunde e a Casa do Infantado ( XI )

De igual modo, a Mesa da Consciência e Ordens em 23 de Agosto degradara e entregara à justiça secular Pedro de Baeça, Belchior Correia da França e Diogo de Brito Nabo. Consideraram os tribunais, logo no dia 26, que a prova fora feita e acusaram-nos dos mesmos crimes, condenando-os igualmente à perda de todos os seus bens e pena máxima. Morte menos honrada, todavia, em virtude do seu estatuto social inferior que detinham «morra morte cruel, seja enforcado com forca mais alta findo o qual será levado a rastos na forma costumada e depois da morte seja esquartejado e seus quartos sejam postos em lugares públicos e costumados». Sem a mais pequena hesitação, o monarca confirmou-a nesse mesmo dia em escrito da mão de Francisco Lucerna, e a execução foi também marcada para o dia 29.
Testemunhos oculares em várias narrativas deixaram-nos a memória cruel deste triste dia. Os quatro réus fidalgos foram alojados, na véspera, numa das casas de Gaspar de Faria Severim, em aposentos separados, cada um com seu crucifixo, com duas velas e seus confessores. Das janelas da sala principiava um passadiço de madeira, no género de uma ponte, até um teatro também de madeira que se tinha construído para o efeito. Foi coberto de baeta e nele colocados quatro cadeiras do mesmo material e cobertas com igual tecido. Cada cadeira estava em seu estrado, tinham dimensões diferentes e estavam elevadas em acordo com o estatuto de cada um dos condenados: maiores e de dois degraus as primeiras duas que se destinavam ao 7º Marquês de Vila Real e ao Duque de Caminha, mais pequenas as seguintes, de um só degrau para o Conde de Armamar, rasa a de D. Agostinho Manuel. Em volta dois esquadrões, formando 14 companhias comandadas por D. Francisco de Noronha (que em vão se tentara escusar ao posto «para não correr o sangue de que tinha parte de seu»).
No Paço da Inquisição ficaram o Desembargador da Relação e os seis fidalgos juízes. A este acto veio assistir muita população contabilizada por alguns em cerca de 50.000 pessoas. (continua)
João Correia - "Freamunde e a Casa do Infantado" - Jornal Gazeta de Paços de Ferreira

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Monumento ao Capão

Uma imagem nocturna da "Galinheira", embora o nome oficial seja "Monumento ao Capão e à cidade de Freamunde". Obra da autoria do artista freamundense Augusto Ramos, inaugurada em 2001, que homenageia a tradição do capão.
Uma imagem, com efeitos...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Teatro

 "I LOVE MY PENIS"
SINOPSE
"I Love My Pénis", retrata o lado oculto do universo masculino num desses momentos confessionais, em que dois amigos a pretexto de um encontro ocasional ou rotineiro no bar "Lost & Found" ( perdidos e achados ) , reflectem sobre a alma e o corpo feminino, numa conversa descontraída e informal, em que são expostas diversas formas de relacionamento com as mulheres tais como o sexo, casamento, divorcio, traição lealdade e virilidade, assim é-nos dado a conhecer o lado mais intimo e secreto que as mulheres sempre quiseram saber e que os homens sempre escondem perante uma presença feminina, tudo isto visto de uma forma e perspectiva antagónica porquanto Pedro com o seu pragmatismo e frontalidade contrapondo com Marcelo na sua sensibilidade e selectividade.