segunda-feira, 30 de março de 2015

A preto e branco

A Avenida Luís Teles de Menezes a preto e branco, com o monumento ao soldado da paz em destaque. Um monumento inaugurado em 13 de Julho de 2002, da autoria do escultor Manuel Pereira da Silva. Uma fotografia captada num belo final de tarde, com efeito a preto e branco.

sábado, 28 de março de 2015

Uma perspectiva

Uma perspectiva desde o monumento ao capão, da autoria do freamundense "Gusto Ramos", com uma vista sobre a Avenida do Centro de Saúde num belíssimo dia com um céu azul intenso, e a galinheira com os capões no braço que retirou do cesto e olha-os carinhosamente. 
Um monumento inaugurado no 1º de Dezembro de 2001, que se situa na Praça 19 de Abril,  que simboliza os três estádios de desenvolvimento de Freamunde:
Freamunde - Aldeia ; Freamunde - Vila ; Freamunde - Cidade.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Toponímia Freamundense

RUA DONA MERCEDES BARROS
Situa-se entre a Rua do Comércio, em pleno centro cívico de Freamunde, e a Rua Alexandrino Chaves Velho no lugar de Leigal, atravessando os lugares da Feira, São Sebastião e terminando no lugar de Leigal. Esta rua faz parte da estrada nacional 207 que atravessa Freamunde. A rua foi inaugurada antes do 25 de Abril de 1974.
"Dona Mercedes Barros era uma professora muito dedicada à causa do ensino que desempenhou um papel muito importante, nesta terra. Era casada com o senhor Barros "da farmácia".
Foi exemplar no estabelecimento de relações da escola com o meio, preparando as crianças para actividades várias, como o que abrilhantou a inauguração da "Escola das Meninas" em 1931 e as festas do 19 de Março, nas sessões da Associação de Socorros Mútuos Freamundense.
Pela sua entrega, pela sua capacidade pedagógica e afectiva, por o papel que desempenhou no meio, foi homenageada no mesmo dia em que se inaugurou a Capela de Santo António após o seu recuo e se inaugurou a linha telefónica em Freamunde."
"Freamunde - Apontamentos para uma monografia"
Dona Mercedes Barros nasceu em 1881 e faleceu em 1951.

segunda-feira, 23 de março de 2015

O Cruzeiro e a Lua

Neste fim-de-semana em que ocorreu um eclipse solar  parcial em Portugal, deixo-vos um enquadramento de uma fase lunar com o nosso Cruzeiro numa belíssima noite de domingo da recém chegada Primavera.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Primavera!

Hoje, ocorre o equinócio da Primavera no hemisfério norte. Estamos na Primavera. E para comemorar a sua chegada, deixo-vos uma foto do despertar de uma planta que torna esta estação do ano tão singular...Algures em Freamunde.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Sport Clube de Freamunde - 82º aniversário



Hoje, dia 19, o Sport Clube de Freamunde apaga 82 velas mas mantém acesa a chama da esperança e a forte determinação de "continuar". É sempre bom fazer anos e poder festejá-los com a "família" junta, em harmonia, "vivendo", sobretudo, os momentos de alegria que nos foram proporcionados por gente de sangue quente e azul a fervilhar-lhe nas veias. 
Como é bom recordar o saudoso "Carvalhal", onde, como alguém escreveu, «não se jogava apenas à bola. Nesse humilde campo de futebol sentia-se e vivia-se Freamunde no seu todo comunitário. O coração de Freamunde pulsava ali, a alma de Freamunde subia para o alto no eflúvio de suor dos seus jogadores e expandia-se com os gritos dos adeptos no climax do jogo. O "Carvalhal" era o peito do nosso coração». "Carvalhal" que se quer transportado para o Complexo Desportivo, com toda a sua mística e bairrismo.
Brindemos: Viva o Sport Clube de Freamunde.
JOAQUIM PINTO - 19 DE MARÇO DE 2015 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Sport Clube de Freamunde - Vida e Glória ( II )

 OS PRIMÓRDIOS (1933 - 1941)
O NASCIMENTO DE UMA GRANDE "INSTITUIÇÃO"
Adolfo Gomes Pereira
Eis-nos por fim chegados ao momento histórico da fundação do Clube. 19 de Março de 1933.
Américo Ferreira Taipa
Por curiosidade, também dia de S. José, da aprovação em plebiscito nacional da Constituição Política da República Portuguesa do mesmo ano de 1933 e, igualmente, data comemorativa da fundação da Associação de Socorros Mútuos Freamundense. Ainda neste dia e ano, no nosso País, iniciavam-se os preparativos para as filmagens do primeiro sonoro "A canção de Lisboa", com António Sila, Vasco Santana e Beatriz Costa como protagonistas.
A partir daqui seria um percurso enorme pejado de dificuldades, mas de muita glórias também.
Surgiria então o primeiro "team" oficial do Freamunde Sport Clube, denominado de "Onze Vermelhos", todos ou quase todos operários da Fábrica Albino de Matos, Pereiras e Barros Ld.ª (Fábrica Grande), jovens atletas de enorme potencial.
José António Chamusca
É escusado dizer-se que nesses tempos os dirigentes - sobretudo os mais habilitados ou habilidosos, os chamados símbolos vivos do Clube - faziam de tudo: jogavam se preciso fosse, treinavam, eram funcionários, massagistas, aguadeiros e mesmo árbitros de futebol. Tanto carregavam as bolas e os sacos para os treinos como se sentavam no improvisado gabinete a congeminar a estratégia organizativa do plano semanal.
Duas das suas principais referências, para além dos denominados presidentes (em 1934, António Maria Gomes Chaves Velho, e nos anos seguintes, José António Nunes Chamusca), foram Adolfo Gomes Pereira e Américo Ferreira Taipa.
António "Careca"  
Estes nomes "arrastaram" outros que a justiça obrigaria a incluir mas que, lamentavelmente, teremos que omitir face aos poucos livros ou documentos que se salvaram das "andanças" em que a sede do Carvalhal se viu envolvida há duas dezenas de anos atrás.
Se a discussão sobre o nome do Clube (Freamunde Sport Clube) não foi muito prolongada, já em relação às cores dos equipamentos as sugestões foram diversas.
Assim, depois de analisados os catálogos qual a razão da escolha de camisola branca com riscas horizontais vermellhas e calções da mesma cor? Talvez porque o vermelho tinha por fito traduzir alegria, colorido e vivacidade nas lutas.
Já sobre o emblema, e através de documentos fotográficos existentes, sobretudo ao tempo dos "Onze Vermelhos", pode constatar-se -seria lapso da bordadeira? - que o mesmo era composto apenas por cinco vértices, fazendo lembrar a Internacional Socialista.
Equipa Onze Vermelhos
EM CIMA: Adolfo Pereira (Dirigente) - Adelino "da Claudina" - António "Bica" - Joaquim Pinto - Moreirinha - António "Careca" - Neca da "Couta" - Juca "Careca"
EM BAIXO: Zé "Careca" - Zé "Bica" - Alberto "Botas" - Cândido Pinheiro - Arnaldo Pinheiro
JOAQUIM PINTO - "SPORT CLUBE DE FREAMUNDE - VIDA E GLÓRIA" - 2008

segunda-feira, 16 de março de 2015

Avenida do Centro de Saúde

Uma fotografia da Avenida do Centro de Saúde, assim denominada em 2013, captada num belo sábado, com um belíssimo céu azul, e com temperaturas a fazer lembrar a estação que se aproxima a passos largos. O Inverno, em jeito de despedida...

sexta-feira, 13 de março de 2015

Uma imagem

Uma imagem do parque de lazer de Freamunde num cinzento dia de Inverno, tendo como protagonista um solitário banco de jardim de pedra...

quarta-feira, 11 de março de 2015

Pedaços de Nós

 AMIGO QUIM DA PRAÇA

P'ró Porto no mês de Agosto?
se o seu mal não é desgraça
não vá dar-me esse desgosto
deixem em paz o Quim da Praça.

Às vezes até nem come
p'ra não ter que dar aos dentes
e diz que só passam fome
pessoas inteligentes.

Trovador de fina pena,
só com temperatura amena
exprime os seus sentimentos

Inspira-se num penico
ou nas abas do seu "quico",
p'ra tudo tem argumentos.

"PEDAÇOS DE NÓS - POESIA ILUSTRADA" - JULHO DE 2001

segunda-feira, 9 de março de 2015

A preto e branco

A igreja de Freamunde a preto e branco, numa perspectiva lateral da torre sineira, junto à entrada para o cemitério paroquial nº 1. Uma outra perspectiva da igreja, a preto e branco...

sexta-feira, 6 de março de 2015

Sebastianas 2015

Faça-se silêncio, que se vai jogar a Sueca! Não devemos perder as nossas raízes e a Sueca, é um jogo tradicional jogado entre quatro pessoas que perdura ao longo de gerações. Se jogas no café, associação, tasca ou mesmo só entre amigos, estás convidado a vir conviver e testar o teu jogo neste torneio.
 As inscrições estão abertas. E tu, já tens parceiro para vir jogar?

quarta-feira, 4 de março de 2015

Sebastianas ( VI )

Com a constituição da Cooperativa Eléctrica, as ruas mais centrais da povoação e o exterior da Igreja Matriz passaram a ser iluminadas, à moda do Minho, com alguns milhares de lâmpadas a cor. O efeito tornou-se surpreendente atraindo milhares de forasteiros à risonha e neófita "Vila de Freamunde", a rebentar pelas costuras.
Mas não há bela sem senão. Em 1934, a mística que caracterizava este povo quase se esvaiu. Os comissionados, por razões desconhecidas, talvez desinteresse, não aceitaram o mandato para que foram eleitos, deixando as gentes de Freamunde preocupadas. Eis então que se apresentou, fazendo corar de vergonha o sexo forte, uma "senhora" d' armas deste Vila, a orgulhosa bairrista e opulenta capitalista D. Elvira Monteiro, a quem nunca faltou o empenho cívico, que tomou a seu cargo e a expensas próprias a realização das Festas ao Mártir. E logo com uma surpresa no programa: pela primeira vez o povo teve a ocasião de presenciar momentos de verdadeiro folclore, oportunidade, inclusive, para dar ao pé com as danças e cantares das "Rendilheiras da Praça", de Vila do Conde.
Num Portugal aparentemente despreocupado, indiferente à II Grande Guerra Mundial (1939/1945), como país neutro foi poupado pela máquina destruidora alemã, não escapando, porém, à fome que sucede a todos os conflitos, com o racionamento dos alimentos essenciais. Freamunde, Terra, não foi excepção. Muitas famílias viviam no seio da mais completa miséria. Eram inúmeros os indigentes.
Cônscios da crise, as Festas, essas, é que continuaram refulgentes. Podia lá ser o contrário! O tal "milagre" de dedicação à causa...Bairrismo!
Até que, em 1943, a notícia, qual estrondo sísmico, abalou o espírito dos pacatos freamundenses; a Igreja, através do novo Bispo do Porto, D. Agostinho de Jesus e Sousa, transferido da Sé de Lamego para substituir o nosso "vizinho", natural de Boim-Lousada, D. António Augusto de Castro Meireles, deu orientações ao pároco local para que o religioso se "afastasse" do profano (bandas, arraial, bazares...). As Irmandades e Confrarias dependiam totalmente do Bispo, directamente ou por intermédio do pároco. «...Sabe-se muito bem que os povos vizinhos, por vezes pessoas da mesma aldeia, esperam por estes ajuntamentos nocturnos para resolverem os seus diferendos pela violência. Quem reflectir no que expusemos deverá concordar que as festas não podem, em caso algum, merecer simpatia e a aprovação dos que têm responsabilidades na direcção das consciências e dos interesses espirituais do povo». In "Agostinho de Jesus e Sousa, Pastoral sobre Festas, Op. Cit. 1937, P. 519 - 1943, P. 8.
Desilusão total. Para alguns não era, porém, descabido de todo o pensamento.
A decisão foi acatada e as festividades, nesse ano, não se realizaram.
(Continua)
JOAQUIM PINTO - "SEBASTIANAS" - JULHO DE 2013

segunda-feira, 2 de março de 2015

Mártir São Sebastião

Uma imagem do mártir São Sebastião captada num dia muito cinzento e chuvoso de Inverno. O mártir que Freamunde honra com as Sebastianas no segundo fim-de-semana de Julho, mas que a data litúrgica não corresponde com as Sebastianas, pois a Igreja Católica dedica o dia 20 de Janeiro a São Sebastião.