Um dos pioneiros do rap e do hip hop em Portugal, dono de uma
extraordinária capacidade de descrever sentimentos e de os transformar
em música, Boss AC, um assumido melómano, invulgarmente ecléctico, teve
sempre o mérito de arriscar ao procurar novos horizontes e quebrar
barreiras do género Hip Hop. Muitos milhares de discos vendidos,
centenas de espectáculos realizados um pouco por toda a parte, tudo
conquistado pelo seu inegável talento. A caminho do sexto álbum de
originais, a sua música já percorreu os cinco cantos do mundo, mas
continua a medir o sucesso por tudo o que ainda falta fazer. Lançou-se
nas composições musicais no final dos anos oitenta, quando ainda era
adolescente e vivia no centro de Lisboa, onde a cena emergente se reunia
para dar início ao movimento Hip-Hop, influenciado pela cultura Norte
Americana e pelas sonoridades que chegavam, do outro lado do Atlântico.
Boss AC cedo revelou o seu invulgar talento.
O seu primeiro registo discográfico remonta ao ano de 1994, com a sua
participação em “Rapública”, compilação que reunia a nata dos então
rappers nacionais. De todos eles é, ainda hoje, dos poucos que continuam
a assinar sucessos no rap nacional. O álbum de estreia, “Mandachuva”,
de 1998, gravado nos Estados Unidos, revelou uma maturidade rara e
prenunciou o redefinir de novos caminhos na música de AC e do Hip Hop
nacional. A discografia também inclui em 2002, “Rimar Contra a Maré”, em
2005, “Ritmo, Amor e Palavras” e a consolidação de um sucesso
anunciado. Em 2008, “Preto no Branco” e em 2011 “AC para os amigos” de
onde saiu uma das músicas mais conhecidas do artistas “Sexta-Feira
(Emprego Bom Já)”.
Sebastianas é a Festa! E o resto é paisagem! 7 a 12 de Julho em Freamunde!

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