segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Poesia de Freamundenses

CORRENTES QUE SE FUNDEM

Caminhas pela margem ininterrupta
Em busca de correntes que te escapam,
Por entre marés de nostalgia.

Navegas ao sabor de quantos sonhos
Outrora vividos, bem reais,
Procuras aquele mar vermelho em delírio
De onde tal como tu
Também eu esperava muito mais.

Embarquemos de novo de mãos dadas
E deixemos de sonhar a Primavera
Para de novo aportarmos neste cais
Onde como outrora uma tarefa nos espera.

Sem ceder nos princípios que norteiam
Esta luta que é de todos afinal
Naveguemos de mãos dadas coo o povo
E com ele defendamos Portugal.

JOSÉ LEAL - "ALMA FREAMUNDENSE - POESIA COLECTIVA" - JULHO DE 2004

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