segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Um dia cinzento

Num domingo com muita chuva e cinzento, pouco convidativo para a fotografia, fica uma fotografia da igreja matriz de Freamunde captada desde o centro cívico. Uma imagem cinzenta num dia cinzento.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Em tons sépia

O monumento ao Capão e à cidade de Freamunde em tons sépia, num dia frio de Inverno, com um belíssimo céu azul. Uma obra do nosso conterrâneo Augusto Ramos, situado na Praça 19 de Abril, inaugurado no dia 1 de Dezembro de 2001. As três colunas deste monumento simbolizam os três estádios de desenvolvimento de Freamunde:
Freamunde - aldeia
Freamunde - vila
Freamunde - cidade
À frente das colunas, a galinheira com o capão no braço que retirou do cesto com carinho.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

10 anos em imagens - 2008

Inauguração da Piscina Municipal de Freamunde
Na segunda rubrica "10 anos em imagens" vamos recordar em imagens o segundo ano de existência do blog "freamundense" : 2008. São estas as 12 imagens ( uma por cada mês do ano) escolhidas pra esta segunda rubrica, no ano em que o blog comemora 10 anos.
Porque não é todos os dias que se comemoram 10 anos...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Uma imagem com 30 anos

Uma imagem de um nevão em Freamunde no dia 21 de Janeiro de 1987. Uma belíssima imagem, com 30 anos, do nosso centro cívico vestido de branco. Pra recordar um espectáculo raro aqui por estes lados...Uma imagem do nosso conterrâneo Luís Rego.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

António José de Brito

 ( 9 - 8- 1866 / 24 - 2 - 1951 )
Natural de Santo André de Cristelos - Lousada, filho de Gaspar António de Brito, mestre pedreiro, oriundo de Aboim, aldeiazinha pertencente ao concelho de Arcos de Valdevez, e Ana Joaquina de Bessa, costureira, da referida freguesia de Santo André de Cristelos, "cresceu" profissionalmente no seio de uma família de comerciantes de Penafiel, gente que o ensinou a ser honesto, e, contagiado e incentivado pelo "patrão", comerciante se tornou.
Adolescente cheio de esperança (os ventos pareciam-lhe de feição), subiu São João de Covas e deparou-se-lhe uma terra interessante. Em Freamunde não procurou emprego: estabeleceu-se. A "Casa" António José de Brito, sediada na rua que viria a chamar-se "do Comércio", voltada para a venda de qualquer tipo de ferragens e materiais para o ramo da construção civil, abriu as suas portas à freguesia no dia 11 de Março de 1888.
Dinâmico, seguro, de ar maduro e confiante, iria tornar-se num bem sucedido homem de negócios. Mas não só. De visão prática, pugnava pelo progresso da terra que o havia adoptado. Depositário da caixa do correio, incumbiu-se gratuitamente nas diligências e esclarecimentos necessários à instalação de uma estação postal em Freamunde.
Católico praticante, foi, em Outubro de 1896, nomeado tesoureiro da Confraria de Nossa Senhora das Neves, sendo principal responsável pela reforma de pintura e douramento do altar da dita Confraria.
Cedo se embeiçou por uma menina prendada, de sua graça Henriqueta (Moreira Dias Cardoso da Costa), filha de António da Costa Gomes e Joaquina Moreira Dias Cardoso. Do namoro ao matrimónio (13-10-1889) foi um passo. Os filhos, em número de dez, não se fizeram esperar: Arnaldo, Vitorino, Alexandrino, Alzira, Ernesto, Jaime, Alberto, António, Ernestina e Cassilda.
Henriqueta M. D. C. Costa e António José de Brito
O agregado desfrutava do conforto da classe média, auferindo rendimento sólido. Era feliz.
A par da sua actividade comercial, António José de Brito cedo foi atraído pelo poder autárquico, mas não a qualquer preço. Já em 1895 se havia envolvido nestes meandros, tendo sido eleito membro efectivo da Comissão de Recenseamento Eleitoral.
"Militante" político com um claro compromisso com as forças mais conservadoras, tornou-se, em 1897, importante e influente líder dos Regeneradores de Freamunde.
De 1902 a 1907, aí o tínhamos como vereador municipal, na presidência do Dr. Luís Alves Pinheiro Torres, ao lado do Padre António Ferreira de Carvalho (Ferreira) e Júlio Alves Carneiro (Seroa).
António José de Brito: 3º da 2ª fila a contar de baixo da direita para a esquerda
Combatente, desde a primeira hora, contra a macrocefalia da sede do concelho, tudo fez para libertar a terra das amarras da subalternidade autárquica.
Mas... com o poder centralizado (Paços de Ferreira) e hostil às necessidades prementes da "sua" terra (Por exemplo, foi a gente bairrista de Freamunde que, por um espaço de três anos, com início em 1907, através de donativos oferecidos à Junta, proporcionou a colocação e sustentação de 24 candeeiros a gás de acetileno nas ruas mais centrais, melhoramento que se tornou importantíssimo), sentindo perdida mais uma batalha, mesmo aceitando o compromisso de, para ali destacado, garantir o escrupuloso cumprimento da vontade da "maioria" da edilidade, decepcionado com as suas ambições, aproveitou o decreto-lei do ministro João Franco, que dissolvia todas as vereações, substituindo os seus membros (Não precisou, pois, de renunciar, em 1908, à Comissão Administrativa Municipal), integrando, como vogal, a Comissão Administrativa da Junta da Paróquia de Freamunde até 1910.
É que, a obra política, exígua que fosse, por ele orientada ou influenciada nesta terra, tinha sido antes produto do sentimento e da vontade de freamundense bairrista, como António José de Brito era, que resultado de um esforço consciente dos colegas do executivo.
Desiludido, inerte e conformado, isolou-se da actividade política após a revolução do 5 de Outubro de 1910, que proclamou a República e fez cair a Monarquia. Ainda integrou a facção das primeiras figuras da oposição ao novo regime, fruto da sua consciência política, sendo um dos nomes apontados como suspeito de ter participado na rebelião de 19 de Setembro de 1911. A alma ficou ferida. Deve ter doído.
Não podemos, contudo, agora que o percebemos melhor depois de algum trabalho de recolha documental, acusá-lo de falta de honestidade, de cobardia ou ausência de valores. Valores que se elevavam em todos os seus comportamentos sempre que Freamunde estava em causa. Havia notória solidariedade entre os honrados e bairristas cidadãos desta terra, assíduos nos mais importantes acontecimentos dessa época.
Questiúnculas partidárias à parte, não se estranhe, pois, encontrá-lo como Juiz das Festas em Honra ao Mártir S. Sebastião no ano de 1911 (em 1909 já havia sido vogal da comissão promotora das mesmas festividades) e membro efectivo, em todos os cargos, até na comissão revisora dos Estatutos da benemérita Associação de Socorros Mútuos (foi seu sócio fundador), desde 1890 até à data da sua morte (1951). Por justiça, foi a sua fotografia colocada e descerrada na galeria daquela Instituição, na habitual sessão solene do 19 de Março, corria o ano de 1928, pelo Dr. Alberto Cruz.
Desaparecido da ribalta política, já tinha, no entanto, provado o seu "ópio" e por mais que tentasse nunca mais se livraria dele.
Bastou o golpe do 28 de Maio de 1926, que instalou um regime mais de acordo com o seu pendor político, para o termos de novo, de 1927 a 1938, no seio de cinco vereações, presididas pelo Dr. José de Lencastre.
1927- C. A. Câmara Municipal: António José de Brito; Manuel Leão; Dr. José de Lencastre e Joaquim Monteiro
De permeio, fruto do seu altruísmo, membro destacado, em 1928, da Grande Comissão Organizadora da Corporação de Bombeiros de Freamunde e Vice Presidente da referida Associação Humanitária nos anos de 1930 e 1931.
Por uns tempos reintegrou-se na luta pelo progresso e bem estar dos freamundenses. Com o apoio incondicional, e enorme dedicação, dos elementos da Junta de Freguesia (Abílio Pacheco de Barros, Arnaldo da Costa Brito e Armando Nunes de Oliveira), a importância política, junto das altas esferas governamentais, do Dr. Alberto Cruz e, sobretudo, do Tenente Carlos Luciano Alves de Sousa, Administrador do Concelho, Freamunde conhece um maior desenvolvimento com as inaugurações de duas escolas primárias (1931 e 1938), uma cabine telefónica, fontanários, lavadouros, coreto, abertura e reparação de arruamentos... Em 1933, Freamunde é elevada à categoria de Vila, acontecimento histórico e que fez transbordar de alegria os orgulhosos freamundenses.
Depois, regressou o ostracismo. A terra voltou a parar de uma forma confrangedora. Em 20 de Outubro de 1938, António José de Brito, personalidade acima de qualquer suspeita, sendo mesmo tido como incorruptível, sequer subserviente, eventualmente marginalizado e sem poder decisório, pede licença e é substituído na vereação por António Afonso da Silva.
António José de Brito chegava ao fim de vários mandatos sem a imagem desgastada.
Anos 50: "Casa Brito", à direita
Faleceu, serenamente, no dia 24 de Fevereiro de 1951, com 84 anos de idade, um dos "Homens" de grande influência para Freamunde durante meio século.
O seu nome ficou perpetuado em placa toponímica, numa merecida e justa decisão da comissão executiva das comemorações do cinquentenário da Vila de Freamunde: Largo António José de Brito (no Alto da Feira, desde a Rua Abílio Barros à rampa para a Associação de Socorros Mútuos). 
Lápide descerrada pelo filho, Arnaldo Brito
 JOAQUIM PINTO: BLOG "FREAMUNDE FACTOS E FIGURAS"

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Um velho moinho

Mesmo ao lado da Via do Poder Local, situa-se este velho moinho de água em ruínas. Desconhecia a sua existência. Pra mim, só ficou a descoberto muito recentemente com as obras e limpeza realizadas muito perto do local onde se encontra, e na área envolvente.
Um pequeno tesouro que estava escondido. Em tempos teve a sua importância, certamente na moagem de cereais, e que hoje está abandonado, em ruínas e obsoleto.
Um velho moinho. Um pequeno testemunho de um passado não muito distante...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Um momento

De passagem pelo Largo de Santo António, no centro cívico de Freamunde, na companhia da minha fiel companheira - a minha máquina fotográfica -, captei este momento  típico da época: sol, muito sol, mas com temperaturas a lembrar outras zonas do globo...Segundo as previsões, nesta próxima semana, por cá vão ficar!
Nada melhor, pelo menos nesta altura, do que aproveitar este belíssimo Rei-Sol...Quentinho, quanto baste...E que bem que sabe!...Porque à noite, a história é outra...É o Inverno a fazer das suas...Típico da época.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Uma imagem de outros tempos

Uma bela imagem da Rua do Comércio de outros tempos. Podemos ver, em primeiro plano no lado direito, lado norte, a "Tasca do 28". Hoje em dia, neste local, situa-se uma agência bancária e o Clube Recreativo Freamundense. A seguir à "Tasca do 28", vemos  a antiga "Casa Brito", há muitos anos encerrada que, entretanto deu lugar a uma loja de telecomunicações.
No lado sul da rua, em primeiro plano, onde hoje em dia funciona um talho e o Núcleo do Sporting Clube de Portugal, foi em tempos um grande estabelecimento de fazendas de Miguel Nunes de Oliveira. Ainda no lado sul da rua, ao fundo, é visível a antiga sede da Junta de Freguesia de Freamunde, há muitos anos demolida, e a antiga sede do Sport Clube de Freamunde.
A Rua do Comércio, antes de 1983, estendia-se desde a Calçada da Gandarela, até ao Largo da Feira. 
É, sem dúvida alguma, uma bela imagem de Freamunde de outros tempos...
Para quem gostar e quiser saber mais sobre esta belíssima rua, basta seguir estas duas hiperligações:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Sport Clube de Freamunde - Vida e Glória ( XI )

ÉPOCA 1942 / 1943
O FLAGELO DA GRANDE GUERRA
Nestes primeiros anos da década de quarenta, na nossa região, expressamente rural, a situação económico-social era precária. Os tempos eram mesmo bem difíceis, agonizados com o terror da Grande Guerra.
Com as bolsas vazias - lutava-se simplesmente pela sobrevivência - poucas eram as pessoas que assistiam aos desafios, quase sempre deficitários.
Foram, sem dúvida, terríveis tempos de contenção financeira que condicionaram fracas afluências. Os portugueses, em especial os nortenhos, foram atingidos por uma grave crise alimentar, motivada pela escassez de bens essenciais e pelo aumento dos preços, sobretudo devido ao açambarcamento e à especulação de comerciantes sem escrúpulos. O desemprego atingiu taxas enormes. Havia muita gente com fome e com vontade de assaltar as mercearias existentes.
Os próprios alimentos eram racionados. Casais havia que às refeições "disputavam" a única sardinha disponível: cabeça para um, rabo para outro. A vida não estava mesmo para brincadeiras.
O campeonato teve poucas equipas.
A Série B, foi composta apenas por duas equipas: Freamunde S. C. e Rio Ave F. C.
No primeiro encontro, disputado nesta Vila, o árbitro indigitado primou pela ausência.
Por acordo mútuo, o confronto, apitado por João Taipa, foi considerado de índole amigável, pendendo a vitória para os Vila Condenses por 3-1. No entanto, a Associação de Futebol do Porto acabou por ratificar o resultado.
No desafio de retribuição, os Freamundenses deram-se mal com os ares marítimos, sendo derrotados copiosamente por 7-2.
Para definição classificativa entre os últimos das restantes séries, os "Capões" bateram-se com o Canidelo. No "Carvalhal", registou-se um empate a duas bolas. Em Gaia, a vitória sorriu aos azuis e brancos por uns esclarecedores 4-1. Contudo, como a camioneta que transportou a comitiva avariou, e o encontro teve o seu início para lá do tempo regulamentar, o conselho técnico da Associação de Futebol do Porto atribuiu falta de comparência ao Freamunde Sport Club.
Nos jogos que decidiam a descida à Promoção, o Tirsense levou a melhor. Na 1ª mão, no "Carvalhal", registou-se um empate a zero bolas. Já em Santo Tirso, os "jesuítas" foram indigestos para os azuis que saíram vergados a uma pesada derrota por 5-0.
 PARA ALÉM DO FUTEBOL
Mas nem só o futebol tinha adeptos na panorâmica desportiva da época. O ciclismo, modalidade muito popular, arrastava às bermas das estradas imensidões de simpatizantes, sempre prontos no incitamento aos heróis da bicicleta.
Levados pela "onda", os dirigentes do Clube do "Carvalhal" tomaram a peito a organização do "I Circuito de Freamunde" que se disputou no dia 4 de Outubro de 1942.
A prova constava de 4 voltas - aproximadamente 80 kms -, com partida do centro da Vila, às 16:30 horas, e passagem por Ribas, Raimonda, Figueiró, Carvalhosa, Meixomil, Sobrão, Paços de Ferreira e termo em Freamunde, junto à Praça do Mercado, onde estava instalada a meta final.
Entre dezenas de independentes inscreveram-se ciclistas de grande nomeada, provenientes do F. C. Porto, Sangalhos, Académico e Salgueiros.
Vários prémios foram instituídos: 700$00 (valor a distribuir pelos cinco primeiros classificados), 6 taças, um envelope mistério, 100$00 da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, 6 queijos de 1 quilo, 1 manípulo, 2 espelhos de porta bagagens e duas campaínhas. Também a Quinta do Paço ofertou 1 queijo de 250 gramas a todos os corredores concorrentes. Estes valores e troféus, patrocinados por Fábrica "Albar", Fábrica António Pereira da Costa, Freamunde Sport Club e Sociedade Columbófila de Freamunde, foram entregues, à noite, em sessão solene realizada no salão da Associação de Socorros Mútuos Freamundense. Também a imprensa foi alvo de uma singela homenagem.
O grande vencedor deste Circuito foi o valoroso ciclista do F. C. Porto, Império dos Santos, logo seguido pelos colegas Manuel Cardoso e José Pardal, Armando Esteves do Sangalhos, Fernando Moreira, também do F. C. Porto e Belmiro Correia do Académico.
Na categoria de Iniciados - Prova Extra - foi galardoado Mário Teles de Freamunde.
JOAQUIM PINTO - "SPORT CLUBE DE FREAMUNDE - VIDA E GLÓRIA" - 2008

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A preto e branco

A primeira fotografia a preto e branco de 2017. Largo de Santo António, centro cívico de Freamunde.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

10 anos em imagens - 2007

Neste ano em que o blog comemora 10 anos de existência, e em forma de comemoração, até Maio, mês em que se celebra o 10º aniversário, irei publicar imagens, e os respectivos "posts" (artigos), com as respectivas hiperligações que por aqui passaram nestes 10 anos. Cada imagem corresponde a um mês. Serão 2 anos por mês, pra coincidir com o mês de aniversário. Pra começar, o ano em que o blog é criado: 2007. 
Porque não é todos os dias que se comemoram 10 anos...





quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Freamundense vence Prémio Vasco Graça Moura

O freamundense José Carlos Vasconcelos, de 76 anos de idade, foi distinguido nesta terça-feira com o Prémio Vasco Graça Moura, e foi elogiado pelo júri do galardão, afirmando que José Carlos Vasconcelos "é um raro exemplo de persistência na imprensa portuguesa de âmbito cultural".
José Carlos Vasconcelos começou a sua atividade jornalística de forma precoce, e em 1960, publicou o seu primeiro livro de poemas (no total, escreveu 10). Licenciado em Direito na Universidade de Coimbra, e nessa vertente se destacou como dirigente associativo. Depois de terminar a licenciatura em Direito, Vasconcelos ingressou na redação do Diário de Lisboa, foi dirigente sindical e presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa, e foi ainda um dos fundadores do seminário 'O Jornal' e seu diretor, assim como da revista Visão, da qual fez parte direção editorial, presidiu também à assembleia geral do Sindicato e do Clube dos Jornalistas, assim como à direção deste último.
O cidadão freamundense ficou ainda marcado no pós 25 de abril de 1974, fazendo parte da direção do Diário de Notícias e da direção de informação da RTP, onde fez o programa literário 'Escrever é luta'.
O poeta, jurista e jornalista recebeu já "todos os prémios de carreira do jornalismo português" e o Prémio Cultura, da Fundação Luso-Brasileira.
Entre as várias instituições às quais pertenceu, refira-se a Comissão de Honra dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, o Conselho Geral da Fundação Calouste Gulbenkian e o Conselho das Ordens Honoríficas Nacionais, e foi ainda comissário do Encontro Internacional Língua Portuguesa, promovido pela União Latina.
Atualmente, José Carlos Vasconcelos faz parte do conselho geral da Universidade de Coimbra, dos conselhos consultivos para a Língua Portuguesa da Fundação Gulbenkian e do Instituto Camões, e é sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa.
O Prémio Vasco Graça Moura, no valor de 40.000 euros, é uma iniciativa da Estoril Sol, em parceria com o grupo editorial Babel.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A primeira fotografia de 2017

A primeira fotografia de 2017, captada no Largo de São Francisco, no primeiro dia de 2017. Um idoso sentado num banco do largo, na belíssima tarde do novo ano com um sol maravilhoso...
Bom ano.