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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Uma imagem de outros tempos

Uma belíssima imagem de um Freamunde de outros tempos. Uma imagem anterior a 1991, data do arranjo urbanístico do centro cívico de Freamunde.
A antiga Praça, a belíssima Palmeira (referência de gerações de freamundenses), os tão característicos postes curvos em cimento de iluminação pública, a célebre "Porto 29", marco de referência durante anos e anos, o espelho...tudo "isto" desapareceu!...As árvores aos poucos, também vão desaparecendo...
Uma imagem de outros tempos. Tempos que não voltam...

terça-feira, 26 de março de 2019

Uma imagem de outros tempos

Uma fotografia da antiga Praça de Freamunde, onde se realizava o mercado quinzenal (13 e 27 de cada mês). A Praça foi aberta ao público em 16 de Abril de 1896, e demolida para as obras do centro cívico de Freamunde, em 16 de Julho de 1991. Uma imagem de outros tempos...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Uma imagem de outros tempos

Quem não se lembra da célebre "bica" da antiga Praça? Situava-se em frente a uma das entradas da Praça de Freamunde. Era aqui que os foliões vinham abastecer-se para o "mel" no último dia das Festas Sebastianas. Após a demolição da Praça em 1991, os foliões das Sebastianas, passaram a abastecer-se no "Lago", também já demolido...Actualmente, o "mel", faz parte do passado...
Uma imagem de outros tempos...

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Uma pintura da Praça

Uma pintura da antiga Praça de Freamunde, da autoria de Fernando Moura, partilhada na rede social "facebook".

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Uma imagem de outros tempos

Uma imagem de outros tempos...A entrada Norte da Praça, demolida em 1991 para o arranjo urbanístico do centro cívico de Freamunde. Uma imagem já com uns "anitos"...
Um Freamunde de outros tempos.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Uma imagem de outros tempos

Uma imagem do "lago". Uma imagem da minha autoria captada no dia 15 de Março de 2008. O "lago" foi construído na década de 1990, quando o centro cívico de Freamunde foi alvo do arranjo urbanístico como o conhecemos hoje.
É uma imagem de um Freamunde de outros tempos, não muito distante...

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Uma imagem de outros tempos

Uma fotografia de um Freamunde de outros tempos. Uma fotografia da antiga Praça, demolida em 1991 para o arranjo urbanístico do centro cívico de Freamunde como o conhecemos na actualidade. As obras iniciaram-se no dia 16 de Julho de 1991.
Uma imagem de um Freamunde "desaparecido".

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Uma imagem de outros tempos

Uma fotografia de um Freamunde de outros tempos. Uma fotografia anterior a 1991. Anterior a 1991 porque a antiga Praça ainda existe, a sua demolição para o arranjo urbanístico do centro cívico como o conhecemos hoje, teve início no longínquo 16 de Julho de 1991. Já lá vão quase 27 longos anos...
Nesta belíssima fotografia são visíveis os antigos e tão característicos postes curvos em cimento de iluminação pública, o belíssimo jardim com as grades em ferro brancas, a belíssima e fabulosa  palmeira, que marcou gerações de freamundenses, e que hoje está morta! As árvores morrem de pé!...A mítica "tabuleta" (como era chamada) "Porto 29", que durante tantos e tantos anos foi um marco.... Hoje em dia já não existe. Sinais do tempo...
Uma fotografia de um Freamunde "desaparecido"...apenas as árvores vão resistindo...

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Uma imagem de outros tempos

Uma fotografia de Freamunde de outros tempos. Uma fotografia da antiga Praça de Freamunde. A Praça foi aberta ao público a 16 de Abril de 1896 (séc. XIX), e a sua demolição, para o arranjo urbanístico do centro cívico de Freamunde como o conhecemos hoje, iniciou-se a 16 de Julho de 1991. Há quase 27 anos...

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Uma imagem de outros tempos

Uma imagem de outros tempos da antiga Praça de Freamunde, com a célebre "bica" de água, e o escadario de uma das entradas. Era aqui nesta "bica" que os foliões nas Sebastianas vinham abastecer para o célebre "mel", há muitos anos em desuso nas magníficas festas Sebastianas.
Esta praça, que marcou gerações de freamundenses, foi inaugurada a 16 de Abril de 1896, e começou a ser demolida no dia 16 de Julho de 1991, para o arranjo urbanístico do centro cívico de Freamunde.
Imagem partilhada na rede social "facebook".

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Uma imagem de outros tempos

Uma imagem de Freamunde de outros tempos. Não sei quantos anos terá, mas com toda a certeza é anterior a 1991, ano da demolição da Praça e do arranjo urbanístico do centro cívico de Freamunde, pois ainda é possível ver o telhado da praça e os postes de iluminação pública curvos em cimento que caracterizavam o antigo centro cívico.
Uma imagem muito curiosa...Nela vemos o saudoso freamundense Quim Bica, falecido a 12 de Fevereiro de 2009, com a bonita idade de 84 anos. Artista de renome nos domínios da escultura, pintura e escrita, tendo exposto as suas obras em Portugal e no estrangeiro. Quim Bica também foi jogador do nosso Sport Clube de Freamunde.
É mais uma belíssima imagem de Freamunde de outros tempos.
Imagem partilhada na rede social facebook.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Uma imagem de outros tempos

Uma imagem de outros tempos da antiga Praça de Freamunde. Num outro ângulo. Um local que marcou gerações de freamundenses, foi inaugurada a 16 de Abril de 1896, e demolida em 1991 para o arranjo urbanístico no centro cívico de Freamunde como o conhecemos hoje. Passaram 26 anos, e ao que parece, vai ser sujeito a novas obras...
Imagem partilhada na rede social "facebook".

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Praça

  "ARES DE FREAMUNDE" - "PERFIL DA SEMANA"
«Bati esta chapa», em dia quente, com o ar completo de zumbidos, manhã festiva, sob um sol de oiro. Foi numa manhã primaveril, estava a Natureza em festa. Hoje, o colega aqui ao lado acotovela-me para que a fotografe, de novo. São ordens, e elas cumprem-se, tanto mais que, em honra de Santa Luzia, não deveria ficar mal, e os meus poucos leitores me saberão perdoar.
Oh! Não estou arrependido! Lá está ela na mesma! Bonita, como sempre! Mais leve que os sopros outoniços não perdoam as suas rendas. Continua inalterável, aguardando a chegada dos planos de URBANIZAÇAO, já tão cheios de teias de aranha. Sim, ela quer vestir o seu vestidinho novo, que ela já bem o pagou, e pôr de lado aquele que a gente vê cheiinho de remendos. Merece-o, merece-o bem. Os seus pais querem-ma bem arranjadinha, mas..., o que é certo é que ele não vem mais. Assim, está muito pobrezinha, o seu vestido deixa-a ver as formas elegantes, mas já é muito antigo, muito velho. Se nos outros, como está causa inveja, a nós mete-nos dó. Estes remendos costumeiros, como dados a pobre que vai desdenhar a esmola, em nada alteram a sua beleza. Ficam como um adorno que se põe a um canto com a ideia de não mais se lhe tocar. Não é isto que ela precisa. Mas, bonita, cheia de saúde vai resistindo sempre, sempre. Confia num esperar que não acaba mais. E ninguém se amerceará desta pobre, antes que ela caia enferma!? É tão lento o seu caminhar que os que por ela têm trabalhado, perto e longe, parece não chegarem a vê-la com o seu vestidinho de chita que o seu abençoado suor comprou. Que importa, se, mesmo pobrezinha, abandonada, desprovida do que lhe pertence, os freamundenses lhe querem tanto?
                                                Fotógrafo barato (Gil Aires)
Gazeta de Paços de Ferreira - Páginas 3 e 4 - Nº 35 de 10-12-1952
 O MERCADO EM FREAMUNDE
Na "Monografia do Coronel Barreiros", foi descrito como nasceu em 1720 a célebre feira dos treze, por concessão do rei magnânimo e a requerimento dos povos de Aguiar de Sousa, Sobrosa e Freamunde, este com a  sua confraria de Santo António; assim como se faz resumida alusão à influência que esta feira teve no aumento do perímetro da freguesia pela fundação e pelo povoamento sucessivo de mais um lugar onde antigamente nada mais havia do que uma grande devesa de carvalhos e azinheiras.
Já na petição a que os povos a pediram, se solicitara também a sua efectuação em 27 de cada mês; por essa altura, a provisão régia, todavia, apenas se referiu a uma feira nos dias 13 de cada mês; veio depois, consentimento para se prolongar pelo dia 14 de cada e, mais tarde, sob D. João VI, a importância da freguesia incrementou ao ponto de a Confraria de Santo António e o povo requererem a concessão doutra feira, a realizar no dia 27 da cada mês, o que foi concedido por provisão régia.
Daqui a origem da feira dos 27, tendo Freamunde ficado, desde 30 de Julho de 1800 em diante, a efectuar, no mesmo local da dos 13, a nova feira dos 27. Foi esta provisão a que autorizou o prolongamento da feira dos 13 até durante os dias 14.
A construção de um MERCADO era urgente. Fazia parte de um plano de realizações entravado por questão melindrosa, tendo a comissão concelhia concedido que a Confraria de Santo António, para evitar que uma litigiosa acção de expropriação dos terrenos da devesa da feira, em que o município seria autor, lhe concedesse todos esses terrenos, o que implicou a perda dos direitos de cobrança dos assentos das feiras.
Remediado o problema, foram de imediato derrubadas as barracas permanentes que a confraria de S. António havia posto e removidos os muros de pedra que a mesma confraria mandara fazer para os mercadores exporem as suas fazendas.
Só na sessão de 17 de Julho de 1889, a Câmara aprovou as condições  para arrematação do mercado, a qual se efectuou a 7 de Agosto e o mercado ficou em condições de servir o público em 1890.
Tinha o mercado a forma dum pentágono quase regular, em terreno aberto, com telheiro coberto a chapa zincada e dispostos nos lados NW, N e parte de NE, balcões de pedra sob o telheiro de zinco. A largura deste telheiro era de 3 metros. No interior havia duas pequenas placas, cobertas também por chapa zincada e o restante da área era aberta e arborizada. A superfície total do mercado orçava por 600 metros quadrados.
Contudo, o mercado precisava de água que o abastecesse. Precisava-se de benemérito. Não demorou muito. Alexandrino Chaves Velho, sempre ao serviço da "sua" terra", ofereceu a tão ansiada água à Câmara para abastecimento do mercado. O povo freamundense (sempre o povo!), grato a quem servia e lutava desinteressadamente pelo progresso e bem estar da sua terra, preparou para o dia da inauguração (16-4-1896) enormes festejos, com música, foguetes e embandeiramento.
Depois, como escreveu alguém desta terra (ROM) no jornal "Fredemundus" (1991), «Com mais ou menos cem anos, a Praça caiu empurrada pela buldózer e pelas rectro-escavadoras. Uns choraram a sua derrocada, outros alegraram-se com ela. Contradições da vida, ou não fosse a vida um jogo de contradições.
O grupo dos seus defensores desejava a sua permanência no tempo e no espaço, porque ela era um dos elementos da identidade de Freamunde. De facto, não se lhe podia negar um certo valor histórico. Ela nasceu e foi parte constituinte do período mais florescente de Freamunde. Só mais tarde adquiriu uma função diferente da inicial, mas de igual importância, uma multiplicidade que começou na transacção comercial, que assumiu o lúdico, acolheu o político, expôs cultura, ofereceu uma varanda para nos vermos a nós próprios.
Não houve, contudo, passado lendário. Ela não o teve. Surgiu, apenas, de uma necessidade económica
Depois, sim, pela localização e característica de recinto vedado, propício a diversas manifestações ao ar livre (As Sebastianas agradeceram), tornou-se um ponto de encontro de massas, num local de convergência. É por isso que nós, freamundenses, os de antigas gerações, continuam a ver  na Praça um livro de memórias.
O outro grupo que ficou alegre com a sua demolição, que apostava na renovação, eventualmente já terá torcido o nariz! É verdade que o novo em algum momento substitui o velho. É uma lei da vida, e a Praça não podia furtar-se a esta lei eternamente, por isso caiu. Velha, suja, rota com rugas e chagas. O importante era que não caísse ingloriamente, como foi o caso. Foram cortados os laços sociais e sentimentais que unem e dão espírito ao nosso povo.
Contra factos não houve (?) argumentos e a PRAÇA, no dia 16 de Julho de 1991 (Há 25 anos, portanto, tinha acabado, eu, de pertencer à comissão de festas Sebastianas), foi "invadida" pelas máquinas e..."finou-se". Para todo o sempre.
Nasceu o novo Centro Cívico mas, lá diz o ditado, "quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita". Nem com pequenos remendos. O Centro Cívico, passados tão poucos anos, vai ser sujeito (tudo aponta para isso) a uma "operação" delicada, baseada num diagnóstico profundo sob supervisão de cirurgião competente. Assim esperamos.

JOAQUIM PINTO - BLOG "FREAMUNDE: FACTOS E FIGURAS

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Uma imagem de outros tempos

Uma imagem de outros tempos. Uma imagem do antigo centro cívico de Freamunde, com a antiga Praça do Mercado e a palmeira ao fundo. Uma imagem anterior a 1990, ano em que foi demolida a antiga praça para o arranjo urbanístico do centro cívico. 
Uma outra perspectiva do antigo centro de Freamunde, da autoria de Luís Rego.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Uma imagem de outros tempos

Uma belíssima imagem de outros tempos da antiga Praça do Mercado, com o Clube Recreativo Freamundense ao fundo. A antiga Praça foi construída em 1898 e demolida em 1990 para o arranjo urbanístico no centro cívico da então Vila de Freamunde. 
Uma imagem de outros tempos que se encontra no blogue "Freamunde: Facto e Figuras", da autoria do nosso conterrâneo Joaquim Pinto.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Memórias

Uma belíssima fotografia da antiga Praça do Mercado, construída em 1898 e demolida em 1990 para o arranjo urbanístico no centro cívico de Freamunde. Um local que marcou dezenas de gerações de freamundenses. Era nesta praça que se realizavam os espectáculos de variedades das festas Sebastianas de outrora...Memórias.
Uma belíssima fotografia do nosso conterrâneo Joaquim Pinto.

domingo, 18 de novembro de 2012

Memórias

Memórias da antiga Praça do Mercado, construída em 1898 e demolida em 1990. Neste espaço funcionou durante largos anos a cantina escolar. Era neste espaço que decorriam os espectáculos musicais nas sempre belíssimas Festas Sebastianas.
Memórias da antiga Praça do Mercado e da Se Raquel. Senhora que varria as ruas de Freamunde e, principalmente, a calçada da velhinha e já desaparecida Praça do Mercado.
Ficam as memórias.